Fontes judiciais disseram hoje que o jovem foi liberado, mas que a investigação iniciada após a denúncia apresentada pela editora francesa Gallimard continua.
A empresa conseguiu comprovar que circulava pela internet uma tradução não-autorizada do livro, que foi publicado em sua versão em inglês em 21 de julho.
Outras pessoas serão interrogadas e que o jovem pode ter que pagar multas altíssimas, apesar de os indícios iniciais apontarem que o adolescente agiu mais como um fã do que com fins lucrativos.
Os investigadores ficaram surpresos com a qualidade da tradução, que parecia ter sido feita por um profissional. Eles começaram a seguir os rastros do texto em fóruns na internet no final de julho.
Inicialmente, apenas os três primeiros capítulos podiam ser baixados na internet, mas depois foi disponibilizada uma versão completa, o que significa que a tradução foi feita rapidamente.
A Polícia Judiciária da França, encarregada do caso, fechou o fórum que disponibilizava a tradução pirata.