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A Paixão segundo Gibson

Arquivo Geral

03/09/2004 0h00

O polêmico e violento relato cinematográfico de Mel Gibson sobre as 12 últimas horas da vida de Jesus Cristo chega às locadoras. A Paixão de Cristo, rodado em Roma com o ator Jim Caviezel no papel do Redentor cristão, se passa a partir do momento em que Jesus é entregue aos soldados romanos, por Judas Iscariotes, até o momento glorioso da ressurreição.

O longa-metragem é o terceiro de Gibson como cineasta – os primeiros foram O Homem Sem Face (1993) e Coração Valente (95). Dramático e contundente, o filme é todo falado em aramaico, hebraico e latim (originais da época em que viveu Cristo). O retrato do sofrimento do Filho de Deus é marcado pela performance de Caviezel unido a quase indigestas cenas de tortura – com o açoitamento no palácio de Poncius Pilatos e a conseqüente e dolorosa crucificação.

A obra de Gibson causou revolta nas comunidades judias, que chegaram a acusar o cineasta de crime de anti-semitismo. No entanto, o ator-diretor triunfa com uma veracidade precisa à luz da Bíblia. Nos cinemas, A Paixão de Cristo arrecadou a cifra de US$ 370,2 milhões em bilheteria.

Para a produção filme, Gibson escalou uma maioria de atores italianos, búlgaros e romenos, a exemplo da beldade ítalo-americana Monica Belluci (de Malena e Matrix), que viveu Maria Madalena. Jim Caviezel, o único norte-americano do elenco, teve de aprender aramaico e ainda suportou duas semanas de filmagens só para a cena da crucificação. Todas as tomadas do filme foram realizadas nos arredores de Roma.

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    A Paixão segundo Gibson

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    03/09/2004 0h00

    O polêmico e violento relato cinematográfico de Mel Gibson sobre as 12 últimas horas da vida de Jesus Cristo chega às locadoras. A Paixão de Cristo, rodado em Roma com o ator Jim Caviezel no papel do Redentor cristão, se passa a partir do momento em que Jesus é entregue aos soldados romanos, por Judas Iscariotes, até o momento glorioso da ressurreição.

    O longa-metragem é o terceiro de Gibson como cineasta – os primeiros foram O Homem Sem Face (1993) e Coração Valente (95). Dramático e contundente, o filme é todo falado em aramaico, hebraico e latim (originais da época em que viveu Cristo). O retrato do sofrimento do Filho de Deus é marcado pela performance de Caviezel unido a quase indigestas cenas de tortura – com o açoitamento no palácio de Poncius Pilatos e a conseqüente e dolorosa crucificação.

    A obra de Gibson causou revolta nas comunidades judias, que chegaram a acusar o cineasta de crime de anti-semitismo. No entanto, o ator-diretor triunfa com uma veracidade precisa à luz da Bíblia. Nos cinemas, A Paixão de Cristo arrecadou a cifra de US$ 370,2 milhões em bilheteria.

    Para a produção filme, Gibson escalou uma maioria de atores italianos, búlgaros e romenos, a exemplo da beldade ítalo-americana Monica Belluci (de Malena e Matrix), que viveu Maria Madalena. Jim Caviezel, o único norte-americano do elenco, teve de aprender aramaico e ainda suportou duas semanas de filmagens só para a cena da crucificação. Todas as tomadas do filme foram realizadas nos arredores de Roma.

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