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A expressão de Milton Ribeiro

Arquivo Geral

26/03/2004 0h00

Ele nasceu na Semana de Arte Moderna. Por acaso, e por paixão, decidiu ser pintor. Hoje, aos 81 anos, ainda trabalha muito no seu ateliê. O personagem em questão é Milton Ribeiro, um dos mais representativos nomes da cultura artística da cidade e professor da Universidade de Brasília. O artista apresenta mostra retrospectiva de sua carreira no Conjunto Cultural da Caixa.

A mostra Milton Ribeiro – Retrospectiva 60 anos, pode ser visitada na Galeria Principal e traz 60 pinturas. Em grandes dimensões (2,00 m x 1,50 m), a maioria das obras dessa mostra registra a trajetória do carioca que virou o porta-voz dos artistas candangos.

Ele consta dos dicionários, índices e enciclopédias de arte do Brasil e do exterior. Integrou o movimento criado por Guignard, que recebeu de Manuel Bandeira o apelido de a Nova Flor de Abacate. Foi ali que conviveu com Pancetti, Portinari e Iberê, entre outros grandes nomes das artes plásticas. Aos 19 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro onde estudou ao lado de grandes mestres. Virou candango de alma, em 1967. Foi logo que desceu na capital federal. Viu o céu de Brasília e disse “Não volto nunca mais para o Rio”.

Sensível documentarista da vida pioneira, desde a construção das primeiras quadras, ele capturou as cores, as formas de cada quilômetro da cidade que ama tanto. Registrou nas suas centenas de obras, a vida do povo brasiliense.

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    26/03/2004 0h00

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    A mostra Milton Ribeiro – Retrospectiva 60 anos, pode ser visitada na Galeria Principal e traz 60 pinturas. Em grandes dimensões (2,00 m x 1,50 m), a maioria das obras dessa mostra registra a trajetória do carioca que virou o porta-voz dos artistas candangos.

    Ele consta dos dicionários, índices e enciclopédias de arte do Brasil e do exterior. Integrou o movimento criado por Guignard, que recebeu de Manuel Bandeira o apelido de a Nova Flor de Abacate. Foi ali que conviveu com Pancetti, Portinari e Iberê, entre outros grandes nomes das artes plásticas. Aos 19 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro onde estudou ao lado de grandes mestres. Virou candango de alma, em 1967. Foi logo que desceu na capital federal. Viu o céu de Brasília e disse “Não volto nunca mais para o Rio”.

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