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A dama do teatro brasileiro em cena, para poucos

Arquivo Geral

26/08/2003 0h00

A atriz Fernanda Montenegro está em Brasília. Veio dar uma oficina de leitura dramática gratuita para 32 sortudos alunos, que foram selecionados entre cerca de cem inscritos, durante toda a semana.

Elegante e bem-humorada, recebeu ontem pela manhã os participantes, mas deu ares de professora durona. Perguntada sobre que conselhos daria para os alunos, foi direto ao ponto. “Desistam. Não é piada. Porque vai ser duro”, disse. “Mas, se sentirem que vão morrer sem o teatro, fiquem”, concluiu.

Aos 73 anos, a atriz tem dedicado seu tempo ao cinema e às oficinas de leitura dramática, que tem desenvolvido por várias cidades brasileiras. No primeiro semestre, gravou o longa O Outro Lado da Rua, de Marcos Bernstein (roteirista de Central do Brasil) onde atuará como protagonista, ao lado de Raul Cortês.

Fez uma participação em O Redentor, de Cláudio Torres, e ainda grava Olga, primeiro longa de Jayme Monjardim, em que fará o papel de Dona Leocádia, mãe de Carlos Prestes.

Papéis na televisão? “Eu sou uma livre atiradora. Nunca fui prisioneira da tevê. Faço o que acho bacana”, afirma.

Com mais de cinqüenta anos de carreira, ela continua apaixonada pelo que faz e confessa seu amor pela dramaturgia. “A gente adoece pelo teatro.” Ela completa com uma frase marcante: “Se eu não tivesse talento para estar em cena, eu varreria o chão do teatro. O que sei é que jamais poderia viver longe dessa caixa que é o teatro.”

Diante de tanta paixão, ela tentou estimular os alunos: “Se sentirem que vão morrer sem o teatro, fiquem e façam o curso.” Os 32 selecionados não foram bobos e estão desfrutando de mais momentos ao lado da diva, enquanto durar a oficina.

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    26/08/2003 0h00

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    Elegante e bem-humorada, recebeu ontem pela manhã os participantes, mas deu ares de professora durona. Perguntada sobre que conselhos daria para os alunos, foi direto ao ponto. “Desistam. Não é piada. Porque vai ser duro”, disse. “Mas, se sentirem que vão morrer sem o teatro, fiquem”, concluiu.

    Aos 73 anos, a atriz tem dedicado seu tempo ao cinema e às oficinas de leitura dramática, que tem desenvolvido por várias cidades brasileiras. No primeiro semestre, gravou o longa O Outro Lado da Rua, de Marcos Bernstein (roteirista de Central do Brasil) onde atuará como protagonista, ao lado de Raul Cortês.

    Fez uma participação em O Redentor, de Cláudio Torres, e ainda grava Olga, primeiro longa de Jayme Monjardim, em que fará o papel de Dona Leocádia, mãe de Carlos Prestes.

    Papéis na televisão? “Eu sou uma livre atiradora. Nunca fui prisioneira da tevê. Faço o que acho bacana”, afirma.

    Com mais de cinqüenta anos de carreira, ela continua apaixonada pelo que faz e confessa seu amor pela dramaturgia. “A gente adoece pelo teatro.” Ela completa com uma frase marcante: “Se eu não tivesse talento para estar em cena, eu varreria o chão do teatro. O que sei é que jamais poderia viver longe dessa caixa que é o teatro.”

    Diante de tanta paixão, ela tentou estimular os alunos: “Se sentirem que vão morrer sem o teatro, fiquem e façam o curso.” Os 32 selecionados não foram bobos e estão desfrutando de mais momentos ao lado da diva, enquanto durar a oficina.

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