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STF concede prisão domiciliar a Geddel

Ao deferir a liminar, o Supremo considera o agravamento no estado geral de saúde do ex-ministro. Defesa alega que ele testou positivo para o coronavírus

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu prisão domiciliar ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. A liminar foi deferida no fim da noite de terça-feira (14).

Preso desde 2017, Geddel teria sofrido um agravamento no estado geral de saúde. Ao deferir a liminar, o STF cita que o ex-ministro sofre um “risco real de morte”, e que a prisão domiciliar tem por objetivo “preservar a sua integridade física e psíquica, frente à dignidade da pessoa humana”.

Na semana passada, a defesa do ex-ministro afirmou que um teste de detecção da covid-19 deu positivo. “As consequências da infecção podem ser trágicas e até letais para quem integra o grupo de risco”, afirmaram advogados. Geddel tem 61 anos.

Em seguida, o ministro Dias Toffoli pediu, na terça (14), que a Vara de Execuções Penais da Bahia enviasse, em até 48 horas, informações sobre o estado de saúde do ex-ministro. O STF não informou se a solicitação foi atendida.

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Inicialmente, Geddel ficou preso na Papuda. Até que, no ano passado, foi transferido para a Bahia.




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