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Política & Poder

Sobre decreto, Bolsonaro recua: “se é inconstitucional, tem que deixar de existir”

Willian Matos

Publicado

em

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Após o evento que assinou autorização para o início das obras da segunda ponte ligando o Brasil com o Paraguai, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) falou nesta sexta-feira (10) sobre o decreto que facilita o porte de armas para advogados, caminhoneiros e políticos eleitos. Bolsonaro disse que “não tem que negociar. Se é inconstitucional, tem que deixar de existir. Quem vai dar a palavra final vai ser o Plenário da Câmara. Ou a Justiça”.

Questionado se negociaria alguns pontos do decreto, ele respondeu: “Estamos nada mais fazendo o que o povo quis em 2005 e nós fomos até o limite da lei”. Mais cedo, a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de cinco dias para que o presidente explique o documento.

O decreto também não agradou a Câmara dos Deputados. A casa enviou um parecer ao presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) apontando ilegalidades no documento. O Senado Federal foi outro órgão a se manifestar contra, afirmando que o termo assinado por Bolsonaro “extrapolou o poder regulamentar”.

Da redação, com informações do G1.


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