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Política & Poder

Senado Federal pode criminalizar profissão de coach

Coach

Inicialmente visto como profissão nova no mercado, depois criticada por usuários da internet, agora na mira do Senado Federal: ser coach pode virar crime.

A sugestão legislativa não mostra a data que foi publicada, mas revela o nome de Willian Menezes, de Sergipe, que foi quem criou a ideia. Segundo o texto, a ideia é desqualificar pessoas que se passam por profissionais, mas não possuem diploma de áreas similares às das atuações de um coach.

A lei, se entrar em vigor, “não permitirá o charlatanismo de muitos autointitulados formados sem diploma válido, ão permitindo propagandas enganosas como ‘Reprogramação do DNA’ e ‘Cura Quântica’, desrespeitando o trabalho científico e metódico de terapeutas e outros profissionais das mais variadas áreas”, diz o texto da publicação.

A ideia conta, no momento do fechamento desta matéria, com 14.586 votos. Se chegar a 20 mil, ela entra de forma oficial nas discussões do Senado Federal.

O que faz um coach?

Um coach — ou treinador (a), na tradução original da palavra, “pode ser considerado um treinador que assessora o cliente, chamado de Coachee, levando-o a refletir, chegar a conclusões, definir ações e, principalmente, agir em direção a seus objetivos, metas e desejos”, segundo o portal Empreendedor Online. Existem vários sites, vídeos e publicações em redes sociais que explicam a profissão, das mais variadas formas.

O que o público pensa?

Existem diversos tipos de críticas à atuação de um coach, até mesmo de profissionais de áreas como psicologia e pedagogia. Porém, foi nas opiniões populares da internet que o coach viralizou de forma negativa. Reunimos alguns tweets a respeito. Confira:

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