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Política & Poder

Ministério da Saúde suspende compra de seringas

Essas seringas seriam para compor o estoque e evitar a falta do material com o início da vacinação contra a covid-19

Aline Rocha

Publicado

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O presidente Jair Bolsonaro usou suas redes sociais na manhã desta quarta-feira (6) para comunicar que, devido ao aumento de preços das seringas, o Ministério da Saúde suspendeu a compra do insumo até que o valor retome a normalidade. Essas seringas seriam para compor o estoque e evitar a falta do material com o início da vacinação contra a covid-19.

Segundo o presidente, o Brasil consome 300 milhões de seringas anualmente e é “um dos maiores fabricantes deste material”. “Estados e municípios têm estoques de seringas para o início das vacinações, já que a quantidade de vacinas num primeiro momento não é grande”, escreveu na publicação.

Veja o posicionamento na íntegra:

No dia 29 de dezembro, o governo fez uma requisição de estoques excedentes de agulhas e seringas na indústria nacional. Como o Estadão/Broadcast revelou, o Ministério da Saúde só conseguiu lances válidos para 7,9 milhões das 331 milhões de seringas e agulhas procuradas por meio de pregão eletrônico.

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Após a tentativa frustrada de adquirir os itens, a pasta iniciou ontem as negociações de uma nova requisição de estoques excedentes dos produtos na indústria nacional. A expectativa é garantir a entrega de 30 milhões de unidades em janeiro. Além dessa requisição, o governo federal também restringiu a exportação dos produtos e deve retirar impostos para a importação.

Com informações do Estadão Conteúdo

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