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Política & Poder

Metralhadora giratória: Maia fala com a imprensa na Câmara e acerta governo

O chefe da Câmara também alertou o Governo sobre a rapidez para aprovar a proposta. Para maia, se a equipe econômica não se organizar, os impostos podem voltar a subir

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Foto: O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia durante entrevista coletiva no Salão Verde da Casa. Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados
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Guilherme Gomes
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), concedeu uma entrevista coletiva, nesta quarta-feira (09), para esclarecer pontos importantes sobre a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) emergencial,  na casa. O parlamentar criticou decisões do Governo Federal em relação a economia e chegou a dizer que promessas sobre o tema dariam um livro de três volumes.

Segundo Maia, a PEC emergencial, principal aposta de ajuste nas contas públicas depois da expansão de despesas na pandemia da covid-19, foi além do orçamento. “A expansão de gasto foi acima da capacidade do Brasil e o mundo aceitou por conta da pandemia.”, afirmou.

O chefe da Câmara também alertou o Governo sobre a rapidez para aprovar a aposta. Para maia, se a equipe econômica não se organizar, os impostos podem voltar a subir.

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“Que o governo aprove rapidamente a PEC emergencial. Mostre pra sociedade que temos responsabilidade. Se não for assim, o governo terá que aumentar impostos ano que vem, e a população não quer impostos”, disse Rodrigo Maia.

O presidente da Câmara reforçou que a proposta é importante para o desenvolvimento do país, principalmente para os pobres, que de acordo com Maia “não são invisíveis, apenas foram esquecidos”.

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Para o parlamentar, a atual tributação de impostos beneficia apenas os ricos e o que pode mudar essa realidade é o diálogo entre os partidos no Congresso.

“Converso muito com líderes de centro esquerda e defendo o diálogo permanente, com eles, com as universidades […] Os partidos deviam ter boas conversas pelo brasil e discutindo termos importantes como tributação de renda que beneficia o mais rico, afirmou Maia.

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