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Política & Poder

Maia diz que Rio de Janeiro escolheu governadores de forma “errada” desde 1998

Questionado sobre a reforma tributária, Maia voltou a criticar a criação de um imposto sobre transações digitais nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF)

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o Rio de Janeiro escolheu governadores de forma “errada” desde 1998. Nesta quarta-feira, 2, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter o governador Wilson Witzel (PSC) afastado do cargo. Como ele, todos os governadores eleitos no Estado desde a reta final da ditadura ainda vivos enfrentam ou enfrentaram processos na Justiça.

“Esperar que a gente possa escolher bem no Rio de Janeiro. O Rio escolheu mal, escolheu de forma errada, do meu ponto de vista. Todo o ciclo de 98 para frente gerou o resultado de hoje, infelizmente. Não que os governadores não tenham tentado melhorar, mas decisões erradas geram impactos 20 anos depois, 22 anos depois no nosso Estado. Vamos torcer para colocar um gestor que tenha condições de governar bem o Rio”, disse durante live promovida pela Apex Partners.

Questionado sobre a reforma tributária, Maia voltou a criticar a criação de um imposto sobre transações digitais nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Segundo ele, a discussão sobre o tema vai na contramão do que outros países analisam.

“Essa questão do imposto digital nada mais é do que uma CPMF”, disse. “O que a gente quer fazer é botar um nome bonito para botar um bicho feio por trás. Quando o governo encaminhar a proposta você vai ler e falar ‘poxa vida, meu imposto digital nada mais é do que uma CPMF. Fui enganado’.”

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Eletrobras

Durante a live, o presidente voltou a sinalizar que a privatização da Eletrobras deverá ficar para o próximo ano. Segundo ele, entre votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos gatilhos do teto de gastos, as reformas e a privatização, deixaria a análise sobre a estatal elétrica para o próximo ano. Mas afirmou que votará favoravelmente à proposta. “Terá meu voto”, disse.

Estadão Conteúdo




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