fbpx
Siga o Jornal de Brasília

Política & Poder

Guedes defende política ambiental e critica: “Parte de nós fala muito mal do país”

Ministro também fez críticas à França e aos Estados Unidos e disse também que o Brasil vai “surpreender o mundo” em dois ou três meses

Avatar

Publicado

em

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
PUBLICIDADE

Após grupos de investidores estrangeiros ameaçarem deixar o país por conta do desmatamento na Amazônia, o ministro da Economia, Paulo Guedes, saiu em defesa da política ambiental do governo Bolsonaro. Para Guedes, “parte de nós fala muito mal do país”.

“Nossa imagem está muito ruim lá fora, até mesmo uma parte de nós falamos muito mal do País. Lá fora há muito oportunista protecionista, como a França, que é uma parceira, investe aqui, mas não quer que exportemos produtos agrícolas para lá. Os Estados Unidos querem entrar com etanol no Brasil e não aceitam açúcar brasileiro lá”, afirmou, nesta terça-feira (30).

O ministro criticou os países e disse que falar mal do Brasil é uma “armadilha”. “Esses países jogam uma ‘pecha’ (de destruição do meio ambiente) no Brasil, independentemente de dados embasados. Vamos proteger meio ambiente sem cair na armadilha de outros países em falar mal do Brasil.”

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmaram que esses investidores estariam “desinformados” sobre o Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Brasil vai surpreender o mundo”

Ao tratar de outro assunto, desta vez relacionado à programas de assistência social e de formalização de empregos, Guedes disse que o Brasil vai “surpreender o mundo” em até três meses.

“Continuamos realistas no sentido de que é possível o Brasil retomar as reformas e crescimento antes do que a maioria dos analistas tem previsto.”

O objetivo é, em dois ou três meses, anunciar programas, como o Renda Brasil [de assistência social] e o Verde-Amarelo [de formalização de empregos]. Guedes disse ainda que  há “três, quatro, cinco frentes para destravarmos juridicamente as fronteiras de investimentos.”


Leia também
Publicidade
Publicidade
Publicidade