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Política & Poder

Covas reage a Russomanno e diz que sancionará programa de renda básica de Eduardo Suplicy

O projeto do petista propõe o pagamento mensal de R$ 100 por membro das famílias de beneficiários do Bolsa Família e de trabalhadores ambulantes do comércio informal enquanto durar a pandemia

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Camila Mattoso
Brasília, DF

Em meio a aquecido debate sobre a criação de programas de renda básica ou de concessão de auxílio em dinheiro para os mais pobres na disputa eleitoral paulistana, o prefeito Bruno Covas (PSDB) decidiu que sancionará o projeto de lei do vereador Eduardo Suplicy (PT) que propõe a criação da “renda básica emergencial municipal”.

O projeto do petista propõe o pagamento mensal de R$ 100 por membro das famílias de beneficiários do Bolsa Família e de trabalhadores ambulantes do comércio informal enquanto durar a pandemia.

O projeto de Suplicy ainda precisa ser votado na Câmara Municipal. Por meio das redes sociais, Covas pediu que Eduardo Tuma (PSDB), presidente da Casa, coloque o texto em votação.

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O atual líder em intenção de votos, Celso Russomanno (Republicanos), tem como principal plataforma a criação do auxílio emergencial paulistano, uma complementação ao valor pago pelo governo federal durante a pandemia do coronavírus.

Ele tem alardeado o apoio de Jair Bolsonaro (sem partido) à sua candidatura e afirma que o presidente o ajudará a renegociar a dívida de São Paulo com a União e, com isso, abrir espaço no Orçamento municipal para fazer o pagamento às famílias.

Além do fato de que a receita para o programa dependeria de Bolsonaro, Russomanno tem dado explicações vagas sobre como o benefício funcionaria. A proposta não aparece no plano de governo dele e entrou para o discurso do candidato por sugestão do marqueteiro da campanha, Elsinho Mouco.

As informações são da FolhaPress

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