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Opinião

O uso da inteligência artificial para acelerar a adequação a LGPD

A LGPD já está em vigor e hoje se vê uma corrida das empresas em se adequarem à uma efetiva ferramenta tecnológica capaz de tratar e proteger os dados constantes nelas

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Por Leandro Petter e Menndel Macedo*

Tornou-se um novo mercado, que já na sua fase embrionária se encontra competitiva, em que diversas empresas e escritórios de variados ramos estão oferecendo as soluções, mas sem muita expertise no assunto.

Inclusive, a solução que as empresas precisam buscar está muito mais voltada àquelas capazes de fazerem o tratamento e a proteção dos dados em si, de nada valendo a pena se esforçar tanto para buscar “juridiquês” na implementação, sem a solução em si.

E um ponto importante que é necessário deixar claro: não é na contratação de um produto de proteção de dados, muito menos em uma compra de um software que solucionará a proteção de dados contra eventuais ataques de hackers, ou mesmo para atender às exigências da Lei 13.709/18. Se forem essas as soluções que estão te oferecendo, corra!

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A maneira de trazer uma solução econômica e eficaz para haver a ciberproteção e o atendimento à lei é na contratação de empresas capazes de oferecerem uma proteção ampla por meio de Inteligência Artificial (IA), uma vez que se faz necessário um conjunto de soluções capazes de identificar diferentes formatos de dados, armazenados em diversos locais dentro de um ambiente tecnológico e, principalmente, monitorar o comportamento de todos os componentes que fazem parte deste ambiente.

Se você busca instalar um produto na sua empresa, em questão de meses, senão dias, ou horas, este mesmo produto já estará desatualizado, em decorrência da velocidade com que os hackers sofisticam suas técnicas de ataque e intrusão, tendo em vista que os hackers, em média, atacam a cada 39 segundos, totalizando 2.244 vezes por dia (University of Maryland – http://www.nbcnews.com/id/17034719/ns/technology_and_science-security/t/hackers-attack-every-seconds/#.X3O5C2hKjIU).

Agora, uma inteligência artificial é capaz de trabalhar constantemente para a empresa na proteção e gestão de dados, sendo muito mais uma segurança cibernética 24hs, uma vez que na mesma velocidade com que os hackers estiverem criando ferramentas para invadir sistemas, a IA estará trabalhando no monitoramento e identificação de anomalias em todo o parque tecnológico em questão.

O que as empresas precisam urgentemente enxergar é que estamos em uma era que a informação é o ouro precioso, a joia rara, e a verdadeira guerra acontece de forma cibernética e a todo instante.

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Só esse ano o Brasil já sofreu mais de 2,6 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, e o ano ainda não acabou! (Fortinet – https://www.fortinet.com/content/dam/fortinet/assets/threat-reports/threat-report-h1-2020.pdf).

Portanto, o olhar cauteloso dos empresários, ou dos gestores/diretores do setor de risco das empresas, precisa ser voltado à essas empresas que são capazes de oferecer inteligências artificiais capazes de identificar, classificar e monitorar os dados, não importa o tamanho da empresa, capaz de trata-los e protege-los 24h por dia, e não apenas no momento da instalação de um produto.

A IA, por sua vez, traz uma economia não só de tempo (pois ela é capaz de substituir centenas de pessoas para a efetiva proteção) mas também de capital, tendo em vista que o processo de implementação da cibersegurança será mais rápido, estando a empresa muito mais protegida a todos os ataques externos

* Leandro Petter, especialista em Inteligência Artificial

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Leandro Petter Goldschmidt – Especialista em sistema de informação e governança de TI e Pós graduado em gestão estratégica e econômica de negócios

* Menndel Macedo, especialista em cibersegurança

Menndel Macedo é advogado e Diretor da Menndel & Associados




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