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UPAs do DF expandem em 2026 com modernização e 1,6 mi de atendimentos

As unidades de pronto atendimento do Distrito Federal registraram 1,68 milhão de atendimentos em 2025 e planejam expansão com sete novas unidades e investimentos em tecnologia.

Redação Jornal de Brasília

07/01/2026 13h59

upas do df

Atendimento nas UPAs do Distrito Federal desempenha um papel estratégico na rede pública de saúde | Fotos: Divulgação/IgesDF

O ano de 2026 inicia com perspectivas de ampliação e fortalecimento da rede de urgência no Distrito Federal. Administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) avançam com a construção de sete novas unidades, modernização contínua e adoção de tecnologias para agilizar o atendimento e elevar a segurança assistencial.

Em 2025, as UPAs registraram 1.686.822 atendimentos, mantendo seu papel central como portas de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS-DF) para urgência e emergência, mesmo após o pico da epidemia de dengue em 2024. As unidades de Ceilândia I, São Sebastião, Samambaia, Sobradinho e Ceilândia II lideraram o volume, respondendo por mais de 50% do total, com ênfase em atendimentos pediátricos em períodos de alta circulação viral.

Outras UPAs, como as de Recanto das Emas, Vicente Pires, Gama, Riacho Fundo II, Paranoá, Núcleo Bandeirante, Brazlândia e Planaltina, também registraram alta demanda, demonstrando a capacidade de resposta regionalizada e contribuindo para desafogar os hospitais ao absorver casos de menor e média complexidade.

Os investimentos vão além da infraestrutura. O presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, enfatiza o fortalecimento das equipes com profissionais qualificados e treinamentos contínuos, visando um serviço mais preparado, humano e resolutivo. Já o superintendente de Atenção Pré-Hospitalar, Francivaldo Soares, destaca a presença de especialidades como pediatria nas unidades principais.

Tecnologias como a teleconsulta se consolidaram em unidades como Gama, Vicente Pires, Ceilândia, Samambaia e São Sebastião, com mais de 12,9 mil atendimentos em casos de menor gravidade, proporcionando diagnósticos rápidos. Além disso, obras de renovação em seis UPAs consumiram mais de R$ 1,9 milhão, priorizando estabilidade operacional, conforme o superintendente de Engenharia e Arquitetura, Adisson Gabriel Vieira.

As sete novas UPAs de porte 3, cada uma com 65 leitos, pediatria, salas de estabilização, laboratório e imagem, estão em construção nos bairros Sol Nascente/Pôr do Sol, Taguatinga Sul, Estrutural, Água Quente, Arapoanga, Guará e Águas Claras. Essas entregas visam ampliar o acesso e reforçar o cuidado integral à população do DF, ampliando a dignidade no atendimento.

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