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Saúde

Pesquisa global mostra 71% dos trabalhadores vendo ultraprocessados como risco à saúde

Levantamento da Sodexo em seis países revela 78% de percepção similar no Brasil, com ênfase em opções frescas e sustentáveis no trabalho.

Redação Jornal de Brasília

12/03/2026 7h22

© Tânia Rêgo / Arquivo Agência Brasil

Uma pesquisa realizada pela Sodexo em seis países indica que 71% dos trabalhadores consideram os alimentos ultraprocessados um risco à saúde. O estudo, chamado Food Experience Tracker, ouviu mais de 5 mil empregados, incluindo 800 no Brasil, Chile, China, Estados Unidos, França e Reino Unido.

No Brasil, o percentual é ainda mais elevado, com 78% dos funcionários compartilhando essa visão, apesar de reconhecerem a praticidade desses alimentos no dia a dia. Globalmente, a percepção reforça a necessidade de escolhas mais equilibradas nos ambientes corporativos.

De acordo com o levantamento, os restaurantes dentro das empresas tendem a ganhar maior relevância, atendendo a uma força de trabalho consciente que prefere alimentos frescos, locais e sazonais.

“Temos visto que colaboradores demonstram maior disposição para deixar organizações que não adotam práticas sustentáveis, reforçando a importância de ações que atendam tanto à saúde dos colaboradores quanto ao impacto ambiental”, destacou Cinthia Lira, diretora de Marketing da Sodexo Brasil.

O Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, define os ultraprocessados como formulações industriais à base de ingredientes extraídos ou derivados, como óleos, gorduras, açúcar e aditivos sintetizados, incluindo corantes e realçadores de sabor. Esses alimentos são projetados para estender a validade e torná-los mais atraentes, com alta concentração de açúcar, sal e gordura, o que favorece o consumo excessivo e aumenta riscos de doenças cardíacas, obesidade, diabetes e outras condições crônicas.

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