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Saúde

Hemocentro prorroga cadastro de pacientes com doença falciforme no DF até 15 de abril

A Fundação Hemocentro de Brasília estendeu o prazo para emissão de carteirinhas que agilizam atendimentos em emergências.

Redação Jornal de Brasília

09/04/2026 11h49

hemocentro

Nova versão do documento traz diretrizes específicas de classificação de risco para pacientes com doença falciforme e inclui um QR code que dá acesso a uma área exclusiva no site do Hemocentro | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) prorrogou o prazo para o cadastro online de pacientes com doença falciforme atendidos pela rede pública de saúde do Distrito Federal. O novo limite é até o dia 15 de abril, permitindo a obtenção de uma carteirinha de identificação que facilita o atendimento em situações de urgência.

Para participar, os interessados devem preencher um formulário eletrônico disponível no site da FHB. Os dados fornecidos serão usados para a confecção do documento, cuja entrega está prevista para o segundo semestre deste ano. A iniciativa, realizada em parceria com a Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal), busca ampliar o número de beneficiados. Cerca de 50 carteirinhas já foram entregues em 2025, e a meta para este ano é ultrapassar mil pacientes.

A carteirinha atua como uma ferramenta essencial no cuidado de pacientes com a condição, especialmente em emergências, ao permitir a identificação rápida da doença pelas equipes de saúde. Isso contribui para decisões mais rápidas, seguras e adequadas. Na versão atualizada do documento, incluem-se diretrizes específicas de classificação de risco e um QR code que dá acesso a uma área exclusiva no site da FHB, com protocolos de urgência, manual de classificação de risco, o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) e outros materiais técnicos de apoio.

A doença falciforme é uma condição genética hereditária comum no Brasil, causada por uma alteração na hemoglobina que faz as hemácias assumirem formato de foice. Pessoas afetadas podem apresentar anemia, crises de dor, maior suscetibilidade a infecções e risco de complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC).

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