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Saúde

Fiocruz prorroga inscrições da Olimpíada de Saúde até 20 de julho

Prazo da 13ª edição da competição foi estendido para dar mais tempo aos professores inscreverem trabalhos de estudantes de diferentes etapas de ensino.

Redação Jornal de Brasília

29/06/2026 8h33

Foto: Fiocruz/Divulgação

Foto: Fiocruz/Divulgação

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) prorrogou até 20 de julho o prazo de inscrições da 13ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma). A medida, segundo a instituição, busca ampliar o tempo para que professores de todo o país inscrevam trabalhos que articulem saúde, meio ambiente, educação e ciência.

A participação é gratuita e podem ser inscritos trabalhos de estudantes do Ensino Fundamental II, Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Ensino Técnico Concomitante, de escolas públicas e privadas. As inscrições são feitas pelo site olimpiada.fiocruz.br, nas modalidades de produção audiovisual, produção de texto e projeto de ciências.

De acordo com a coordenadora nacional da Obsma, Cristina Araripe, a prorrogação reforça o compromisso da instituição com a divulgação científica e o estímulo à ciência. Ela afirmou que a intenção é valorizar o trabalho dos professores e ampliar as oportunidades para que mais estudantes vivam a experiência científica e compartilhem suas ideias com as escolas e a comunidade.

Podem ser inscritos trabalhos feitos no ano de 2025 até 30 de junho de 2026. A seleção será feita por etapas. Na primeira fase, que se estenderá até agosto deste ano, serão selecionados 42 projetos como Destaques Regionais, que concorrerão à etapa nacional. No final de novembro, serão indicados seis projetos como Destaques Nacionais, que receberão troféu e certificado de participação.

Um professor e um estudante de cada um dos projetos indicados na etapa regional serão convidados para a cerimônia final de premiação, que ocorrerá no campus da Fiocruz, no Rio de Janeiro. As despesas de viagem serão pagas pela instituição e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

A Olimpíada também tem a premiação especial “Menina Hoje, Cientista Amanhã”, concedida a equipes femininas formadas por professoras e alunas, com o objetivo de valorizar o protagonismo feminino e incentivar o interesse pela ciência, tecnologia e inovação desde a educação básica. Na edição anterior, o prêmio foi concedido ao projeto “A necessidade de mais Terezas Batistas”, da Escola Estadual José Ribeiro Silva, em Baldim (MG), que abordou a importância da vacinação e o combate à desinformação sobre vacinas.

Criada em 2001, a Obsma busca incentivar a produção de projetos escolares voltados às áreas de saúde, meio ambiente e ciência, fortalecendo a participação estudantil e a integração entre educação e pesquisa. A olimpíada é bienal. Nas 12 primeiras edições, a Obsma teve a participação de 3,6 mil escolas, distribuídas em 3,2 mil municípios, envolvendo 28,5 mil professores. Mais de 10 mil trabalhos foram inscritos e cerca de 510 mil estudantes participaram das atividades científicas. Ao todo, 356 trabalhos foram premiados nas três categorias.

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