Menu
Saúde

Especialistas alertam para atualização do cartão de vacina

Com volta às aulas presenciais obrigatórias em grande parte do país, especialistas alertam para atualização do cartão de vacina

Redação Jornal de Brasília

23/02/2022 17h30

Foto: Agência Brasília

Segundo o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), 23 estados e o Distrito Federal iniciaram o ano letivo de 2022 com aulas presenciais obrigatórias. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 3 de fevereiro de 2022, o país atingiu o maior número de novas infecções com 298.408 em 24 horas. Porém, graças a vacinação, o índice de mortes não subiu junto aos casos.

Além dos protocolos sanitários e cuidados necessários durante a pandemia, especialistas têm chamado atenção para a atualização dos cartões de vacinação de acordo com o calendário nacional. Isso porque, a vacinação atua estimulando a produção de anticorpos que fortalecem o organismo contra diversas doenças infectocontagiosas graves que tiveram a disseminação suprimida com a redução do convívio escolar, a partir da nova dinâmica do ensino: os modelos remoto e híbrido.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as vacinas salvam a vida de mais de 3 milhões de pessoas anualmente. Contudo, o órgão disponibilizou uma lista com as 10 maiores ameaças à saúde global e a relutância ou recusa em tomar as doses preventivas figura no topo deste relatório.

Na mesma linha, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), 20 milhões de crianças em todo o mundo não foram vacinadas contra doenças como o sarampo, a difteria e o tétano em 2018. Essa situação resultou em surtos de sarampo em muitas partes do mundo.

No Brasil, conforme o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, a vacinação infantil está em queda há cinco anos e as coberturas vacinais desta faixa etária não atingem nenhuma meta desde 2018. Os números estipulados variam entre 90% a 95%, dependendo do imunizante que compõem o calendário nacional.

A infectologista e gerente de imunizações do Sabin, Ana Rosa dos Santos, pontua a importância desta medida preventiva. “A queda dos índices de vacinação é um fenômeno mundial. É um cenário extremamente preocupante, uma vez que as vacinas podem evitar doenças infecto contagiosas, diminuir hospitalizações, casos graves e óbitos, a exemplo do que estamos passando neste momento na realidade com o COVID-19.” A médica acrescenta, “a vacina é um avanço científico que há muitos anos vem salvando muitas vidas e aumentando a qualidade de vida e consideravelmente a longevidade da população. É um ato coletivo e de cidadania”, avalia.

O Grupo Sabin oferece mais de 20 tipos de vacinas que são administradas com o alto padrão de qualidade e atendimento personalizado. Alguns dos imunizantes oferecidos são: gripe; febre-amarela; Hepatites A e B; rotavírus, pentavalente, entre outras. Finaliza Ana Rosa: “A vacinação é uma das maiores intervenções em saúde pública pela segurança e efetividade das vacinas”.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado