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Saúde

Covid-19: 60% dos testes em laboratório deram positivo, segundo dados da Abramed

Foram realizados cerca de 390 mil exames de Covid-19 em laboratórios médicos na última semana de janeiro. Dados são da Abramed

Redação Jornal de Brasília

02/02/2022 16h43

A Secretaria de Saúde possui doses suficientes para a população e pontos de vacinação em todas as regiões administrativas

Foto: Reprodução

Foram realizados cerca de 390 mil exames de Covid-19 em laboratórios vinculados à Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed). Cerca de 60% deram positivo, os dados são da última semana de janeiro.

O aumento de casos se deve à variante ômicron, que tem a taxa de transmissão maior do que as outras variantes. O país registrou 929 mortes provocadas pela Covid-19 e a média de óbitos diários foi de 603, alta de 184% maior que o verificado há 14 dias.

Segundo a associação, houve um aumento na taxa de positividade dos testes. Na penúltima semana de janeiro, 57% dos exames tiveram diagnóstico positivo para o novo coronavírus. Foram realizados 320 mil testes, um aumento de 18% no período.

A procura de exames de influenza caiu 12%, sendo realizados mais de 150 mil exames e a taxa de positividade passou de 7,7% para 2,8%. O pico de positividade não foi em janeiro, mas sim na última semana de dezembro, quando a taxa de positividade chegou a 41%.

Em janeiro, a taxa de positividade média foi de 12,5%. Na primeira semana do mês, essa taxa era de 30%.

Cobertura vacinal

Com a cobertura vacinal maior, o coronavírus não tem sido tão mortal comparado às primeiras ondas da doença, mas ainda sim, pede alerta. O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta terça-feira, no entanto, que é “prematuro” celebrar vitória contra a doença.

Atualmente 74,9% da população brasileira está com o ciclo vacinal completo. Ou seja, 149,9 milhões de pessoas estão completamente imunizadas.

Foram mais de 300 milhões de doses aplicadas ao longo do último ano. Porém os números são incertos, já que o sistema do governo está instável desde que foi hackeado, ainda em dezembro do ano passado.

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