Depois de uma reclamação do premiê iraquiano, see dosage Nuri al-Maliki, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que a paciência americana tem limite, mas ainda assim prometeu não pressionar excessivamente os líderes iraquianos.
As tensões entre Maliki e Bush surgiram um dia depois de autoridades norte-americanas em Bagdá terem dito que o governo iraquiano havia concordado em seguir com um "cronograma" de marcos políticos e na área de segurança com o objetivo de consolidar a democracia.
Os EUA estão pressionando os líderes iraquianos a tomar medidas mais contundentes para combater a violência sectarista, afirmou Bush. "Estamos deixando claro que a paciência americana não é ilimitada", disse o presidente numa entrevista coletiva em Washington. "Não colocaremos mais pressão sobre o governo iraquiano do que ele é capaz de suportar". "Vamos pressioná-lo (a Maliki), mas não vamos pressioná-lo ao ponto de ele não conseguir atingir o objetivo", disse Bush.
A menos de duas semanas das eleições parlamentares que podem custar ao Partido Republicano o controle do Congresso dos EUA, e sob forte pressão da opinião pública interna sobre a estratégia no Iraque, Bush manifestou confiança em Maliki. "Estamos ao lado dele, desde que ele continue tomando as decisões difíceis", disse Bush.
Mais cedo, Maliki havia se distanciado do "cronograma" anunciado pelos EUA, além de ter criticado uma operação num reduto de milícias xiitas. "Os americanos têm o direito de rever suas políticas, mas não acreditamos num cronograma e ninguém vai nos impor um", disse Maliki, que é xiita.
Ele também rebateu a declaração das Forças Armadas dos EUA de que a operação aérea e terrestre contra a Cidade de Sadr, em Bagdá, na qual quatro pessoas morreram, tinha sido autorizada pelo governo.
"Vamos exigir uma explicação das forças multinacionais para evitar a repetição do que aconteceu, sem nossa colaboração prévia", disse Maliki.
Bush disse que os EUA permanecerão no Iraque até que a missão tenha sido cumprida, mas que ajustarão as táticas para enfrentar um inimigo que também está mudando. Ele afirmou que traria os soldados para casa amanhã "se não achasse que nossa missão no Iraque é vital para a segurança americana".
Só em outubro, 90 soldados norte-americanos morreram no Iraque, no mês mais sangrento em um ano.
O embaixador dos EUA no Iraque, Zalmay Khalilzad, havia dito ontem que sua expectativa era que o governo do Iraque fizesse "avanços significativos" numa série de medidas políticas e de segurança ao longo dos próximos 12 meses.
As autoridades norte-americanas vêm evitando o uso do termo "prazo final". "Essa idéia de um cronograma fixo de retirada, para mim, significa derrota. Não podemos ir embora antes de terminar o serviço", disse Bush.
Maliki também insistiu que não recebeu prazos, mas repetiu que vai dar um jeito nas milícias sectaristas. "O Estado é o único que tem o direito de portar armas. Vamos cuidar de quem estiver fora da lei".
As divergências a respeito da operação de hoje na Cidade de Sadr, reduto do Exército Mehdi, liderado pelo clérigo xiita anti-EUA Moqtada al-Sadr, ilustram as pressões políticas conflitantes que agem sobre Maliki e seus aliados americanos.
Maliki conta com o apoio de Sadr e vem enfrentando dificuldades para equilibrar as exigências de xiitas, sunitas e curdos.
Os EUA disseram que forças especiais iraquianas, com o apoio aéreo norte-americano, conduziram a operação para "capturar um importante comandante de grupo armado que dirigia ações disseminadas de um esquadrão da morte".
Não ficou claro se o comandante foi capturado ou morto. Moradores disseram que entre os quatro mortos havia dois milicianos do Exército Mehdi.
Havia um clima de revolta hoje na Cidade de Sadr contra o premiê. "Onde está Maliki? Onde está a liberdade dele?", disse um homem, numa maca de hospital.
Os eleitores que não votaram no primeiro turno das eleições deste ano deverão votar no próximo domingo, website desde que não estejam a três pleitos consecutivos sem votar ou justificar o voto. De acordo com a legislação eleitoral, illness um eleitor que não vota ou justifica a ausência em três eleições seguidas tem o título cancelado. Cada turno representa uma eleição.
O prazo para justificar o voto é de 60 dias após o pleito. Para isso, check basta se dirigir a qualquer cartório eleitoral com o título de eleitor. Os brasileiros que estão no exterior têm 30 dias a contar da data de retorno ao Brasil. Estes devem ir até o cartório portando, além do título, o bilhete de passagem de retorno e o passaporte.
Quem ultrapassa o prazo deve pagar uma multa que varia de R$ 1,06 e R$ 3,51 para cada turno. Após apresentar o comprovante de pagamento da multa, o eleitor recebe a certidão de quitação eleitoral.