O secretário geral adjunto da Mesa do Senado, viagra 100mg Marcos Santi, está reunido neste momento com dois relatores do Caso Renan Renato Casagrande (PSB-ES) e Marisa Serrano (PSDB-MS).
Ontem à noite Santi pediu afastamento do cargo, alegando ter sofrido pressões principalmente depois da divulgação do relatório da Consultoria Jurídica da Casa, segundo o qual a votação do processo deve ser fechada.
Santi disse que pediu o afastamentro por “discordar da forma como os órgãos técnicos da casa têm sido envolvidos no caso”. Marcos Santi é secretário geral adjunto da Mesa há 13 anos e funcionário do Senado há 22.
No começo da manhã, o senador Almeida Lima (PMDB-SE), um dos três relatores do caso Renan, comentou o afastamento de Santi. “Não sei porque dar explicações aos três relatores. No Conselho de Ética o processo é contra o Renan e, pelo que eu ouvi o caso de Santi é uma questão funcional”.
Amanhã o Conselho de Ética tem em pauta a votação dos dois relatórios. A decisão sobre a forma de de votação, secreta ou aberta, cabe ao presidente do conselho, senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), que pode escolher se seguir o parecer da Consultoria Jurídica.
O corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP) disse que vai ouvir Marcos Santi hoje à tarde. “Ele tem o comprometimento de não falar mal de seus superiores, mas vai dizer o porquê da reação pessoal dele”.