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Política & Poder

Renan Calheiros reconhece filha fora do casamento, mas nega corrupção

Arquivo Geral

28/05/2007 0h00

A Vivo, viagra 40mg information pills maior operadora de telefonia celular do país, viagra order diagnosis foi beneficiada hoje com um financiamento de R$ 1, troche 5 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a ampliação de sua rede, informou um comunicado do banco.

Os recursos são destinados à extensão da rede com tecnologia GSM para todo o país, já que a Vivo ainda é a única operadora brasileira cuja principal plataforma é a CDMA. Além de concluir o processo de adoção da tecnologia GSM – a mais utilizada no mundo -, o financiamento permitirá à Vivo expandir a capacidade de tráfego nas regiões em que já opera.

A empresa, com 28,34 % de participação no mercado brasileiro, é a maior operadora local de telefonia celular.

Controlada por uma joint-venture formada pela espanhola Telefónica e a Portugal Telecom, a Vivo supera as concorrentes TIM (controlada pela Telecom Italia e com 25,71% do mercado), Claro (do grupo mexicano América Móvil e com 24,09%) e Oi (do grupo brasileiro Telemar e com 13,08%).

Segundo o comunicado do BNDES, a tecnologia GSM oferece equipamentos a custos menores devido à maior utilização internacional.

“Um dos méritos da estratégia da Vivo em ampliar a cobertura GSM é permitir o acesso de seus clientes ao modo digital em todo o país e no exterior”, diz a nota.

A rede da Vivo com tecnologia GSM ficará sobreposta à atual com tecnologia CDMA, que hoje se estende a 2.295 municípios, acrescenta a nota do banco. O projeto da operadora prevê que até julho deste ano todos estejam cobertos pela tecnologia GSM, igualando a área de cobertura da rede original CDMA. A empresa concentrará os investimentos em 2008 no aumento gradual da capacidade de tráfego da nova rede.

O empréstimo que o BNDES concedeu à Vivo é o terceiro maior em volume já aprovado pelo banco este ano após dois financiamentos destinados à Petrobras para encomendar navios construídos no país.

O banco informou que desde que o setor das telecomunicações foi privatizado no Brasil, em 1998, aprovou financiamentos de R$ 19,5 bilhões para as novas empresas do setor. Os créditos, acrescenta a nota, possibilitaram desde então investimentos da ordem de R$ 60 bilhões.


Quatro pessoas foram feridas à bala hoje em uma universidade do centro da Venezuela, what is ed no meio dos protestos estudantis contra a decisão governamental de não renovar a licença da “RCTV”, informou o ministro do Interior, Pedro Carreño.

Sem dizer a identidade dos feridos, Carreño relatou que os fatos aconteceram no meio de “confrontos” nas escolas de Educação e Engenharia da Universidade de Carabobo, na cidade de Valencia, no centro da Venezuela.

“Teve início um incidente interno, no qual foram vistas armas de fogo dentro da própria comunidade universitária”, afirmou o ministro de Interior.

“Até agora, quatro pessoas foram feridas por armas de fogo no enfrentamento. Todos foram transferidos a hospitais”, afirmou.

Carreño afirmou que os protestos registrados esta segunda-feira, em Caracas e em outras cidades venezuelanas, fazem parte de um suposto “plano da oposição”, que deseja utilizar o caso “para atentar contra a paz e a segurança cidadã e do Estado”.

“O Estado não se incomoda com o exercício legítimo do direito ao protesto. Mas não vamos permitir que se tente atentar contra a paz da República”, afirmou.

As manifestações em apoio a “RCTV”, que saiu do ar após a decisão do Governo de não renovar a licença para o uso do canal, geraram hoje incidentes violentos entre estudantes e a Polícia.


As explicações dadas hoje pelo presidente do Senado, physician Renan Calheiros, sildenafil sobre as denúncias de que o assessor da Construtora Mendes Júnior Claudio Gontijo paga suas contas particulares, viagra sale agradaram a direção nacional do seu partido. “A situação exige apenas o acompanhamento em todas as questões, mas não me parece que o partido deva tomar qualquer providência para investigar o senador”, disse o presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP).

Segundo Temer, o discurso do senador Renan Calheiros foi “convincente”. Temer disse que Renan usou tom adequado, disse palavras apropriadas, que foram alicerçadas em documentos. “Percebi que pela descrição que ele fez de cada documento, que ele jogou com a verdade, e nesse sentido acho que o discurso foi extremamente verdadeiro e convincente”.

Temer adiantou que o senador não deve ser investigado pelo Conselho de Ética, porque aparentemente as explicações que daria ao conselho foram dadas hoje.

Mas o líder do PSOL na Câmara, Chico Alencar (RJ), quer mais esclarecimentos do presidente do Senado. “Temos que ver todos os documentos. Queremos examiná-los. Entendemos que há muitos pontos ainda não esclarecidos”, afirmou.
Chico Alencar defendeu inclusive o afastamento do senador da presidência do Senado e do Congresso Nacional até que se esclareçam as denúncias.

O líder informou que o PSOL vai analisar a possibilidade de entrar com representação no Conselho de Ética do Senado contra o Renan Calheiros. “Não queremos a desgraça de ninguém, queremos a transparência na política brasileira”, defendeu.

O líder do governo na Câmara, deputado José Múcio (PTB-PE), é da mesma opinião do presidente do PMDB. Para ele, o senador Renan Calheiros mostrou os documentos rebatendo as denúncias. “Na realidade é um grande problema familiar que foi exposto, acho até maior do que o problema político que possa ter gerado”.


Uma onda de frio que assola a Argentina desde domingo, advice com nevascas intensas em algumas regiões, viagra matou duas pessoas e prejudicou o abastecimento de gás para indústrias devido ao aumento da demanda residencial, informaram hoje fontes oficiais.

Um homem não identificado foi achado ontem pela Polícia em uma casa precária da cidade de Olavarría, no centro da província de Buenos Aires. A segunda vítima, outro homem de entre 60 e 65 anos, foi achada em um parada de ônibus em Córdoba (centro do país).

Esta onda de frio, que registrou as temperaturas mais baixas do ano, veio acompanhada de intensas nevascas na Cordilheira dos Andes, no centro do país e em algumas localidades bonaerenses. A sensação térmica foi de 3,1 graus abaixo de zero.

Os temperaturas baixas continuarão em queda pelo menos até quarta-feira, segundo relatório do Serviço Meteorológico Nacional, devido ao avanço de “uma massa de ar de origem polar sobre o território argentino”.

As temperaturas mais baixas, 17 graus negativos, foram registradas na localidade de Maquinchao (sul).

A onda de frio também produziu cortes em algumas estradas devido ao degelo e aumentou a demanda de gás, principalmente para o consumo residencial. Isso fez com que as empresas do setor suspendessem o fornecimento às indústrias com contrato interruptivo e limitassem o das que têm contrato de fornecimento fixado.


O corregedor-geral do Senado, viagra 100mg Romeu Tuma (DEM-SP), já requereu ao presidente da Casa, Renan Calheiros, os documentos mostrados em sua defesa feita hoje em discurso no plenário. O corregedor espera que no máximo em 30 dias possa concluir as investigações sobre as denúncias veiculadas por uma revista semanal, de pagamento de contas pessoais por um amigo funcionário da Construtora Mendes Júnior; de negociações com a Gautama, citadas em gravações de conversas telefônicas feitas pela Polícia Federal, na Operação Navalha e de uma suposta sonegação de informações na declaração de Imposto de Renda de fazendas no interior de Alagoas.

Amanhã, o corregedor pretende conversar com o diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Lacerda, para tentar obter mais detalhes sobre a Operação Navalha no que diz respeito às citações do nome de Renan Calheiros. Ele também disse que vai
procurar a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon para conversar sobre as investigações realizadas pela Polícia Federal.

Caberá a Tuma, como corregedor, encaminhar as conclusões das investigações ao Conselho de Ética do Senado, que analisará a necessidade ou não de abertura de processo contra Renan Calheiros.

O senador Romeu Tuma considerou positivo para o presidente do Senado o fato de ter embasado seu pronunciamento em documentos. “Acho que ele baseou praticamente todo o seu depoimento em documentos, todas as acusações, inclusive a publicação, hoje, feita por um jornal de terrenos que ele teria omitido na declaração [de Imposto de Renda]. Ele trouxe a prova material do registro do cartório e da declaração do imposto de renda”.

O presidente do PSDB, Tasso Jereissati (CE), por sua vez, considera fundamental que o Conselho de Ética analise os documentos apresentados por Renan Calheiros em sua defesa. “Quanto mais rápido isso passar no Conselho de Ética, mais esta probabilidade [de afastamento do senador da presidência da Casa] se afasta. O Conselho de Ética analisando e
comprovando todos os documentos, isso ficaria afastado”, afirmou. Ele acrescentou que se todas as investigações  passarem pelo conselho garantiria “a transparência” deste processo.

Já o líder do Democratas (DEM), senador José Agripino Maia (RN), disse que prefere aguardar um pronunciamento do Conselho de Ética sobre a defesa apresentada por Calheiros. “Eu gostaria que ele [Conselho de Ética] fosse rápido e convincente. Rápido ele foi. Convincente, eu não tenho o direito de duvidar de nenhuma das palavras que ele proferiu e de nenhuma das acertivas que ele colocou. A documentação está entregue, vai ser analisada pelo Conselho de Ética que fará a sua avaliação para a Casa que ele preside”, ponderou o parlamentar.

A líder do bloco governista (PT-PC-doB-PP-PR-PTB), Ideli Salvati, deu-se por satisfeita com as explicações de Renan Calheiros em plenário. “Ao acusador cabe o ônus da prova”, afirmou, ao questionar as denúncias feitas pela revista Veja em reportagem publicada na edição deste fim de semana. “Nenhum órgão de imprensa pode acusar algo tão grave, que tem uma incidência inclusive na institucionalidade. Não foi qualquer coisa que aconteceu nesta sessão. Ficou bastante claro que é uma reportagem que poderia criar uma crise institucional. E faz isso sem apresentar nenhum documento?”, questionou.

O líder do PMDB no Senado, Valdir Raupp (RO), afirmou que “o assunto dentro do partido está encerrado”. Acrescentou que os senadores peemedebistas com quem conversou após o discurso do presidente do Senado, consideraram que Renan Calheiros foi convincente em sua defesa. “Ele conseguiu desmontar as denúncias, uma a uma, com documentos. Isso foi importante, e diante desses fatos não há porque ficar remoendo esta questão”.

O líder do PSB, Renato Casagrande (ES), considerou prematuro qualquer posicionamento antes de os senadores avaliarem os documentos apresentados por Renan Calheiros. Ressaltou, ainda, que o debate é necessário quando se levanta uma suspeita de recursos patrocinados por terceiros para bancar contas pessoas. No caso, a suspeita de que o funcionário da Mendes Júnior e amigo pessoal do presidente do Senado Cláudio Gontijo pagava a pensão à filha que Calheiros teve a partir de um relacionamento extraconjugal com a jornalista Mônica Velloso.

“É ruim quando vai para o campo pessoal. Mas quando tem suspeita de que os recursos envolvem terceiros o debate
se faz necessário”, afirmou o líder do PSB. Acrescentou que qualquer avaliação, neste momento, “de condenar ou inocentar” o presidente do Senado das acusações que lhe foram atribuídas seria um equívoco.


O presidente do Senado, website like this Renan Calheiros (PMDB-AL), viagra sale reconheceu hoje que teve uma filha fora do casamento e negou que esteja envolvido em corrupção, mas não convenceu a oposição, que espera maiores explicações.

Ao usar a tribuna para responder às acusações de corrupção veiculadas na imprensa, Renan lamentou ter que admitir em público “um pecado que só devia ser feito num confessionário”.

De acordo com a revista “Veja”, a construtora Mendes Júnior pagava pelo presidente do Senado o aluguel de um apartamento e a pensão para uma filha de três anos que ele teria com uma jornalista.

Renan, fiel aliado do Governo, admitiu hoje que a menina é sua filha, mas considerou as outras denúncias uma “especulação sórdida” e um “pseudo-escândalo” criado para afetá-lo politicamente.

Como fez na semana passada por meio de uma nota e de um comunicado divulgado pela Mendes Júnior, o presidente do Senado negou que a pensão de sua filha tenha sido paga “por terceiros”.

Visivelmente envergonhado, Renan disse estar indignado pela “violação” de sua privacidade, mas afirmou que se viu obrigado a expor os segredos de sua vida pessoal no Senado.

Relatou que ele e sua família passaram por momentos “muito dolorosos” e garantiu que assumiu a paternidade da menina e os custos de manutenção e educação com “recursos próprios”.

“Não fugi a esse calvário, por essa gravidez. Assumi não deixar de dar assistência à gestante nessa situação”, declarou.

Os jornais “O Globo” e “Folha de São Paulo” publicaram hoje reportagens afirmando que Renan teria comprado “várias fazendas”, usando testas-de-ferro.

O senador atribuiu as novas denúncias a setores que pretendem enfraquecê-lo politicamente. Como resposta às novas acusações, apresentou aos senadores cópias de declarações de renda e uma lista de suas propriedades, considerando que os documentos provam sua inocência.

Renan e o ex-presidente e senador José Sarney são considerados “padrinhos políticos” de Silas Rondeau, que na semana passada renunciou ao Ministério de Minas e Energia devido a acusações feitas pela Polícia Federal de ter recebido dinheiro da Gautama, empreiteira envolvida em fraudes de obras públicas.

Sarney e Renan Calheiros também são influentes “caciques” do PMDB, que tem o maior peso na coalizão de Governo.

As palavras do presidente do Senado foram recebidas com moderação pelos opositores, mas com a convicção de que ainda faltam respostas.

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), falou da necessidade de ter cuidado com a vida pessoal e defendeu a investigação das denúncias.

O senador Romeu Tuma (DEM-SP) evitou comentar o conteúdo do discurso, mas esclareceu que seu partido vai analisá-lo em detalhes para tentar esclarecer algumas “lacunas”.

Na esquerda mais radical, líderes do PSOL se disseram decepcionados com Renan Calheiros pela falta de explicações sobre assuntos públicos e a abundância de desculpas sobre sua vida pessoal.

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) disse que o partido não se convenceu e que apresentará pedido de investigação, visando uma possível cassação do presidente do Senado.

O presidente Lula também comentou hoje a situação de Renan Calheiros em seu programa semanal de rádio. Ele disse que o presidente do Senado “é inocente até que se prove o contrário”.

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