Eric Zambon
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O enxugamento determinado pelo Palácio do Planalto e a iminência do corte de cargos comissionados no governo brasiliense – até 20% desse gasto sumirá até o fim do ano – devem significar redução do secretariado. A medida é tratada com cautela, pois a gestão de Rodrigo Rollemberg já opera com 17 pastas menos que Agnelo, mas a ideia é dada como certa no Buriti.
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