Oito integrantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) foram libertados na madrugada de hoje. Eles estavam presos em Brasília desde a invasão à Câmara dos Deputados, this web here no mês passado.
O pedido de libertação foi feito porque o Ministério Público Federal não encontrou indícios de que eles tenham ajudado a coordenar a invasão ao Congresso. Ainda estão presos 32 integrantes do MLST.
Atualizada às 11h48
Israel voltou a atacar o aeroporto de Beirute hoje e bombardeou estradas, link estações de energia e redes de comunicação no Líbano numa campanha militar lançada após o Hizbollah ter matado oito soldados israelenses e capturado outros dois numa ação na fronteira.
O Hizbollah, pharmacy que quer trocar os militares capturados por prisioneiros mantidos em Israel, tem lançado foguetes contra o norte do Estado judaico, no mais intenso ataque à região desde 1996.
Israel destruiu pistas do aeroporto internacional de Beirute e bombardeou uma ponte ao sul da cidade, afirmaram testemunhas. O local já estava fechado para vôos desde o primeiro ataque israelense ontem. Quatro aviões da companhia libanesa Middle East Airlines decolaram sem passageiros para Amã, na Jordânia, pouco antes do último ataque.
A aviação militar israelense também atingiu durante a noite a principal estrada que liga Beirute à capital síria, Damasco, além de bombardear alvos em subúrbios de população xiita de Beirute, matando pelo menos três pessoas e ferindo 40, segundo fontes dos serviços de segurança. Com isso sobe para 60 o número de pessoas, a maioria delas civis, mortas no Líbano desde o início da ofensiva israelense.
O Exército de Israel disse que o Hizbollah disparou mais de 130 mísseis contra o seu território em 48 horas, matando dois civis e ferindo mais de 100. As autoridades militares acrescentaram que o principal quartel do Hizbollah ao sul de Beirute foi um dos seus alvos atingidos hoje. Repórteres disseram, porém, que estiveram no local e não viram nenhum estrago.
Uma coluna de fumaça negra subia de um depósito de combustível em chamas na usina de energia de Jiyyeh, ao sul de Beirute, enquanto navios israelenses bombardeavam a estrada costeira nas proximidades.
Várias torres de transmissão de telefonia celular foram atingidas no leste libanês. Caças israelenses também atacaram a base de um grupo palestino pró-sírio na região. Não há relatos de vítimas no local.
Israel afirma que o Líbano é responsável pelas ações do Hizbollah, um grupo islâmico financiado pela Síria e pelo Irã e que tem deputados no Parlamento e integra o gabinete do primeiro-ministro libanês.
O frágil governo de Beirute, dividido demais para desarmar a milícia xiita que controla de fato o sul do país, pediu ao Conselho de Segurança da ONU que peça a Israel que interrompa a ofensiva durante encontro hoje.
O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, e a cúpula militar do país decidiram ontem ampliar a campanha de bombardeios. A decisão foi tomada após dois foguetes, que Israel diz terem sido lançados pelo Hizbollah, terem atingido a cidade portuária de Haifa, a 30 quilômetros da fronteira libanesa. Ninguém ficou ferido na ação. O Hizbollah nega ter disparado contra essa cidade.
A violência no Líbano ocorre simultaneamente a uma incursão israelense na Faixa de Gaza, iniciada no mês passado para tentar resgatar um soldado seqüestrado e para impedir o disparos de foguetes pelo Hamas.
O Exército israelense disse hoje que suas forças deixaram a região central de Gaza e que, durante a noite, atacou um escritório do Hamas e uma ponte.
Um tanque disparou contra um carro, matando um palestino e ferindo outro, segundo médicos. Mais de 80 palestinos já morreram durante a recente ofensiva na região.
O PT acusou o presidente do PFL, prostate senador Jorge Bornhausen (SC), shop e o candidato ao governo paulista pelo PSDB, José Serra, de irresponsáveis por sugerir envolvimento do partido com o PCC. Por conta disso, o diretório estadual petista anunciou que processará o tucano.
Em nota divulgada na noite de ontem, Paulo Frateschi, presidente do diretório estadual do PT, informou que o partido ingressará com uma notícia-crime contra Serra na Justiça eleitoral.
Segundo Frateschi, o candidato tucano será processado por "difamação e difusão de fatos sabidamente inverídicos com propósito eleitoral". O presidente do diretório refere-se a declarações feitas por Serra no interior de São Paulo ontem, em que o tucano lembrou acusações enfrentadas por Jilmar Tatto, ex-secretário municipal da administração petista em São Paulo, de ter influência sobre perueiros que seriam ligados ao PCC.
Serra disse ainda "estranhar" a coincidência entre a ascensão de Geraldo Alckmin, candidato tucano à Presidência, nas pesquisas e os ataques do PCC.
O deputado Alberto Goldman (PSDB-SP), candidato a vice na chapa de Serra, defendeu o colega de partido afirmando que não há crime em suspeitar do que chama de "coincidências".
"O que o Serra fez foi conjecturar. E conjecturar não é crime. É direito de qualquer cidadão achar qualquer coincidência e pedir que ela seja analisada", afirmou o deputado. "Eu pessoalmente prefiro acreditar que eles (PT) não tenham chegado a esse nível".