O presidente George W. Bush vetou hoje um projeto de lei que facilitaria a pesquisa com células-tronco nos Estados Unidos e que fora aprovado em 7 de junho pelo Congresso americano.
A Casa Branca informou que Bush falará sobre o assunto em declaração às 14h25 (15h25 de Brasília).
O ministro do Planejamento, this Orçamento e Gestão, information pills Paulo Bernardo, rebateu hoje as críticas sobre a concessão de reajustes a 21.563 cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS), que criaram despesa adicional de R$ 277 milhões ao ano aos cofres públicos, e à criação de 626 novos cargos comissionados. Os aumentos foram de 60% a 80% para os DAS-1 e 2, respectivamente, e variou de 30,58% a 37,93% do DAS-4 ao DAS-6. O DAS-3 teve aumento de 139,75%.
Paulo Bernardo argumentou que o governo deu reajustes para todas as categorias do serviço público nos últimos quatro anos, menos para os DAS, “que estavam praticamente inalterados” desde 1998, exceto pelo aumento de 1% dado para todos os servidores, em 2003.
O reajuste maior foi em relação ao DAS-3, que passou de R$ 1.575,00 para R$ 3.777,00. O ministro ressaltou que esse nível é para chefes de departamento e serviços. De acordo com Paulo Bernardo, 75% dos cargos DAS são ocupados exclusivamente por servidores de carreira e que cerca de 4.800 são ocupados por pessoas de fora da estrutura de carreira.
Quanto aos 626 cargos comissionados que o governo criou ontem e que vão custar mais R$ 23,2 milhões ao ano à União, Paulo Bernardo disse apenas que “é necessário fazer adequações para aparelhar melhor o serviço público”. Esses cargos serão distribuídos entre a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da recém-criada Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, cujo titular, Mangabeira Unger, tomou posse ontem.
O PSDB comunicou ao presidente do Senado, story Renan Calheiros (PMDB-AL), website like this que, viagra 40mg se o relatório pedindo o arquivamento das investigações contra ele for colocado em votação hoje pelo Conselho de Ética, o risco de o parecer ser derrubado é grande. “Hoje é um dia ruim. Se insistir na votação, o PSDB vota não”, afirmou o líder do partido, Arthur Virgílio (AM).
O líder quer mais tempo para apreciar o laudo da Polícia Federal feito sobre os documentos apresentados por Renan. Virgílio disse que se sente preparado para votar o parecer somente a partir de sexta-feira. “Hoje seria leviano votar sem ter examinado criteriosamente o que disse a Polícia Federal”, afirmou.
O presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), disse a Renan que o resultado da perícia da Polícia Federal é inconclusivo e pediu ao presidente do Senado uma reflexão sobre a possibilidade de adiamento para que o laudo seja melhor analisado.
Segundo Tasso, a pressão sobre Renan está grande, e por isso o presidente do Senado quer que a votação ocorra o mais rápido possível. Ele informou que Renan está “extremamente tenso” e procurando conversar com parlamentares de vários partidos para ver que posição adotará. “No PSDB, todos estão preocupados com o desenrolar dessas investigações, mas o fato é que ninguém concorda com a votação hoje”, declarou Tasso.
O presidente do PSDB reclamou ainda da condução dos trabalhos no Conselho de Ética. “Toda condução dos trabalhos no conselho foi desastrosa. É preciso tempo para estudar melhor as coisas”, disse.