André Levino
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Depois da ressaca do segundo turno das eleições, o DEM e o PSDB do Distrito Federal saem do pleito com uma nova face. Triste, é verdade. Isto porque nomes fortes das legendas ficarão sem mandato. Os partidos devem se reunir com suas respectivas executivas nos próximos dias para discutir o cenário pós-eleição e a posição diante da nova gestão do GDF.
Democratas e tucanos não elegeram nenhum parlamentar na Câmara Federal. Na Câmara Legislativa, duas cadeiras serão ocupadas pelo DEM e uma pelo PSDB. A dobradinha entre a tucana Maria de Lourdes Abadia e o democrata Alberto Fraga para Senado Federal naufragou com o clã Roriz.
Dificilmente os suplentes assumirão alguma vaga, pois os convites para comandar secretarias, órgãos ou administrações regionais não devem surgir com Agnelo Queiroz (PT) no Palácio do Buriti.
“O PT é um adversário natural do PSDB. Vamos nos reunir para fazer uma avaliação geral e analisar qual será a postura do partido diante do novo governo”, afirmou o presidente regional da legenda, Márcio Machado.
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