O Senado entra nesta sexta-feira no quarto dia de discussão da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prorroga a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011. A previsão é que a proposta retorne à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na próxima terça-feira para análise das emendas apresentadas.
Na quinta-feira, viagra order o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Democratas (DEM), viagra approved partido que desde o início tem se colocado contra a CPMF, viagra buy “torce todo santo dia para as coisas não darem certo neste País”.
“Há momentos que temos de compreender que a temperatura do debate sobe”, comentou o presidente interino do Senado, Tião Viana (PT-AC) nesta sexta-feira. “É da natureza da política. Infelizmente, a política não se faz apenas com a brisa, às vezes vem vento forte, às vezes vem tempestade, vem a acidez da relação entre as partes divergentes. Isso é normal”, acrescentou.
O governo e a oposição fazem as contas para saber se têm votos suficientes para aprovar ou derrubar a prorrogação da CPMF. A contabilidade, muitas vezes, ultrapassa o número de 81 senadores da Casa. O líder do Democratas, José Agripino (RN), afirma que a oposição conta com 34 votos garantidos para acabar com o imposto. Já o líder do PMDB, Valdir Raupp, (RO), diz que o governo tem condições de conquistar, até a próxima semana, 50 votos.
Estariam na contabilidade dos dois lados votos de parlamentares como José Nery (PSOL-AL), Expedito Júnior (PR-RO), Pedro Simon (PMDB-RS) e Romeu Tuma (PTB-SP). Para aprovar a prorrogação da CPMF, o governo precisa do voto de 49 dos 81 senadores.