Uma operação conjunta da Polícia Federal e da Receita Federal apreendeu, pill link na madrugada de hoje um ônibus de Brasília que voltava de Foz do Iguaçu (PR) com mercadorias ilegais. O veículo foi interceptado na BR-050, próximo a Catalão.
Segundo a Rádio CBN, o ônibus carregava 110 caixas de cigarros, além de produtos eletrônicos, DVDs e CDs. A Polícia Federal ainda não terminou a contagem dos itens, mas avalia o valor das mercadorias entre R$ 600 mil e R$ 800 mil. A operação contou com a participação de oito policiais federais e quatro auditores fiscais.
Ao todo, seis pessoas foram presas: Álvaro Antônio Mota de Aquino, Carlos Henrique Ferreira, Cléber Chavier Brito, Cícero Cosmo Nascimento Cavalcanti, Maria Lúcia Batista e Rosângela Carla Rodrigues. Desse total, quatro – Rosângela, Maria Lúcia, Cléber e Carlos Henrique Ferreira – tinham sido presos em julho pelo mesmo motivo.
Segundo a Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal, a mercadoria seria revendida na Feira dos Importados. Os policiais e os auditores, que seguiam o ônibus, aproveitaram a hora em que o motorista encostou para trocar um pneu e fizeram a prisão. Em cinco meses, esse é o sétimo ônibus com destino a Brasília apreendido com contrabando.
Um total de 32 vôos tiveram a decolagem prejudicada hoje, pilule no aeroporto internacional de Brasília por causa de um congestionamento de vôos em um dos setores do controle de tráfego aéreo próximo a Brasília.
Entre as 6h47 e as 10h42, clinic vários vôos com destino a Cuiabá, more about Campo Grande, São Paulo e região Sul foram retidos e atrasados por determinação do Departamento de Controle de Tráfego Aéreo, vinculado ao comando da Aeronáutica.
A decisão foi tomada para evitar que os controladores de vôo tivessem sobrecarga de trabalho, uma vez que de acordo com leis internacionais e de segurança, nenhum profissional desta área pode monitorar mais de 14 aviões ano mesmo tempo.
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O comerciante Gilberto Gomes de Lima, ambulance 42 anos, visit web mantém a esposa e uma suposta amante reféns desde a 0h30 de hoje no cômodo de uma casa na Cidade Tiradentes, troche zona leste de São Paulo. Ele se recusa a falar com os policiais que negociam a libertação e afirma que só sai morto do local.
A operação mobiliza cerca de 60 homens da Polícia Militar. Além de policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), familiares tentam convencer o homem a se entregar. O comerciante, no entanto, apenas atende ao telefone e permanece mudo durante as chamadas.
A esposa do comerciante foi identificada como Gilvanete. A suposta amante, de acordo com a polícia, se chama Andréa. Uma das reféns seria amante de Gilberto, segundo vizinhos, estaria grávida de dois meses do acusado. Segundo a PM, o rapaz quer pedir desculpas ao marido da refém grávida, já que ele diz ser o pai do bebê que ela espera. O marido acompanha as negociações. A área está isolada para evitar aproximação de curiosos, mas cerca de 200 pessoas se aglomeram no cordão de isolamento.
O maior momento de susto ocorreu por volta das 13h40, quando foi ouvido um disparo. Gilberto confirmou que o tiro saiu de sua arma, mas alegou que foi acidental.
Segundo a polícia, a amante teria ido à residência de Gilberto ontem à noite e iniciou uma discussão após a chegada do marido de Andréia que teria ido buscá-la no local. Nesse momento, o comerciante disparou para o alto. Quando o marido de Andréia voltou com os policiais, Gilberto levou as duas mulheres para o interior da casa.
Um estudante de 15 anos morreu hoje durante uma aula de Educação Física na cidade de Ipatinga (MG). De acordo com o site Terra, information pills Douglas Alves de Oliveira teve um enfarte na Escola Estadual Sônia Maria Gomes e morreu antes de chegar ao hospital. A direção da escola divulgou uma nota dizendo que Douglas nunca apresentou problemas de saúde. Segundo a família, nunca foi diagnosticado em exames médicos que o garoto tinha problemas cardíacos.
Os seis carros Lamborghini apreendidos ontem pela Polícia Federal no Salão do Automóvel em São Paulo devem ser leiloados pela Receita Federal. Segundo o delegado da PF responsável pelo caso, price Gilberto Pinheiro, pharm dificilmente a empresa TAG Importadora, acusada de importar ilegalmente os carros consiga liberá-los para serem vendidos no País.
De acordo com a PF, os carros estão avaliados em R$ 1,3 milhão cada um e os impostos sonegados chegam a R$ 1,1 milhão. Dos seis veículos, cinco entraram no Brasil em janeiro por meio dos portos de Manaus (AM), Paranaguá (PR) e Santos (SP).
Para pagar menos tributos, a importadora alegou o uso para testes de emissão de poluentes. Dessa forma, os veículos só poderiam permanecer no Brasil por 90 dias, prazo prorrogável por mais 90. Se os carros não retornarem ao país de origem, os impostos devem ser recolhidos.
O Ministério Público Federal investigou o caso e constatou a manobra para sonegar impostos. Em junho, a Justiça emitiu ordem de apreensão dos carros e de prisão do dono da TAG Importadora. A defesa conseguiu suspender os mandados, mas a empresa ficou proibida de usar, expor ou vender os Lamborghinis.
A importadora chegou a tentar na Justiça liberar a exibição no Salão do Automóvel, mas teve o pedido negado. Como a exposição desobedecia à ordem judicial, os carros foram apreendidos.
O Ministério de Minas e Energia informou hoje, dosage que o ministro Silas Rondeau e o presidente da Perobras, buy more about José Sérgio Gabrielli, não viajarão à Bolívia esta semana para tratar do acordo entre os dois países envolvendo gás natural e, conseqüentemente, a estatal brasileira.
A justificativa é que os contratos entre as empresas petrolíferas que atuam naquele país e a estatal boliviana YPFB primeiro devem ser aprovados no Congresso da Bolívia para depois serem assinados.
Termina amanhã o prazo para que essas empresas, incluindo a Petrobras, decidam se aceitam ou não os termos do decreto de nacionalização das reservas naturais de gás e petróleo. A medida foi anunciada pelo presidente Evo Morales em maio deste ano.
A assessoria de imprensa da estatal brasileira informou que Gabrielli está entrando em férias e não há previsão de viagem à Bolívia. Segundo a assessoria, além do presidente da Petrobras Bolívia, José Freitas, o gerente executivo do Censul, Décio Oddone, está no país para tratar das negociações.
O Ministério de Relações Exteriores informou hoje que foram concluídas as negociações com a União Européia sobre as exportações de carne de frango e peru para o bloco.
Segundo o diretor do Departamento Econômico do ministério, sales Roberto Azevêdo, order foram acordadas cotas de exportação para o frango salgado (170.807 toneladas), frango processado (73 mil toneladas) e peru processado (92,3 mil toneladas).
Ele também explicou que as vendas que ultrapassarem a cota serão taxadas com uma tarifa adicional. Para o frango salgado o valor é de 1,3 mil euros por tonelada e no caso do frango e do peru processados, de 1.024 mil euros por tonelada.
Para Azevêdo, as cotas satisfazem as expectativas dos exportadores brasileiros. “Foi um entendimento que atendeu nossos desejos e argumentos”, disse. “Essa não é uma situação ideal, porque sempre que se consolidam tarifas na Organização Mundial do Comércio [OMC]. Não é em benefício do exportador, mas conseguimos o melhor possível. O setor exportador estava presente e ficou satisfeito com o acordo”.
Ele ponderou que as cotas deixam o exportador com uma margem limitada de aumento de exportação para a União Européia. E acrescentou que as cotas acertadas podem aumentar em função de negociações que surgirem durante a Rodada Doha da OMC.
Em 2005, a OMC deu ganho de causa ao Brasil, que entrara com um painel na organização contra o aumento nos preços de carnes congeladas, que passou de 15,4% para 75%. Tanto o frango quanto o peru sofreram reajuste por causa dessa decisão.
O diretor do Serviço Florestal Brasileiro, more about Tasso Azevedo, disse hoje que a expectativa do Ministério do Meio Ambiente é de que até o fim do ano o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assine o decreto regulamentando a Lei de Gestão de Florestas Públicas, em vigor desde março deste ano. “Queremos já em 2007 colocar em prática os contratos onerosos de concessão de florestas públicas, a partir da próxima safra de produção, que começa em julho”, afirmou à Agência Brasil Azevedo. Ele está em Manaus participando de uma audiência pública sobre o decreto de regulamentação da lei.
A chamada concessão florestal é uma novidade da Lei de Gestão de Floresta Públicas (Lei 11.284). Ela permite que áreas públicas na Amazônia sejam destinadas a empresas brasileiras por até 40 anos, através de um processo de licitação, para que realizem a exploração sustentável dos recursos naturais. Em troca, as empresas pagariam ao governo uma espécie de aluguel, do qual entre 30% e 40% seriam destinados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal, para financiar pesquisas e a recuperação de áreas degradas.
“Nossa expectativa é ter 13 milhões de hectares concedidos em 10 anos, o que significa 3% da Amazônia”, revelou Azevedo. Ele lembrou, porém, que a Lei de Gestão de Florestas Públicas também cita dois outros tipos de destinação para essas áreas, já existentes: a criação de unidades de conservação e a concessão gratuita a comunidades.
“Para cada hectare de floresta concedida, devemos ter dois hectares de uso comunitário e quatro hectares de unidades de conservação”, explicou.
De acordo com Azevedo, a Amazônia tem hoje 112 milhões de terras indígenas e 49 milhões de hectares de unidades de conservação. A minuta do decreto de regulamentação que está sendo discutida na audiência pública está disponível na página do Ministério do Meio Ambiente (www.mma.gov.br/sfb)
Nela, o internauta pode também enviar suas contribuições para melhorar a proposta, que deverá ser finalizada e encaminha à Casa Civil após reunião da Comissão de Gestão de Florestas Públicas, prevista para a primeira quinzena de novembro. Fazem parte dessa comissão 24 pessoas, entre representantes do governo federal, estadual, municipal, organizações não, governamentais (ONGs), movimentos sociais, empresas, universidades e entidades de classe.
A Polícia Federal pediu nesta sexta-feira à Justiça a prisão preventiva da testemunha que mentiu à PF ao dizer ter levado R$ 250 mil a um dos petistas envolvido na tentativa de compra de um d ossiê contra políticos tucanos.
A testemunha disse ter entregue o dinheiro a Hamilton Lacerda, adiposity ex-coordenador da campanha do senador Aloizio Mercadante (PT) ao governo de São Paulo. A assessoria de imprensa da PF disse que a testemunha, que se apresentou como Agnaldo Henrique Delino (e não Agnal do de Lima, como informado anteriormente), não apenas mentiu sobre a operação como também sobre seu próprio nome.
A testemunha foi identificada posteriormente como Luiz Armando Silvestre Ramos, mesmo nome que ele atribuiu a um suposto empresário que teria passado o dinheiro a ele para ser entr egue a Lacerda.
Segundo levantamento da PF, Ramos possui várias passagens pela polícia por estelionato. Na investigação instaurada na PF, ele vai responder por falsidade ideológica, denunciação caluniosa e falso testemunho.
Caso a Justiça aceite o pedido de prisão, ele só poderá ser preso a partir da próxima quarta-feira, devido ao calendário eleitoral que impede prisões exceto por flagrante. Mais cedo, o superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso, delegado Daniel Lorenz, já havia informado que a testemunha mentira sobre o repasse do dinheiro. "As declarações deles não se mostraram verdadeiras. Não comprovamos as movimentações com documentos", afirmou hoje o delegado.
A testemunha procurou jornais da região de Pouso Alegre em Minas Gerais e gravou entrevistas afirmando que teria levado dinheiro para Lacerda. Convocado a depor à PF, Ramos foi ouvido em Varginha (MG), onde se apresentou como Agnaldo Henrique Delino. No depoimento, ele disse ter recebido em sua conta uma transferência no valor de R$ 80 mil, que teriam sido juntados a outros R$ 170 mil.
Todo o dinheiro teria sido, segundo ele, levado para Lacerda em São Paulo. O montante teria sido repassado a ele por seu patrão, que disse se chamar Luiz Silvestre, utilizando o próprio nome.
Segundo a assessoria de imprensa da PF, Luiz Armando Silvestre Ramos foi levado à mídia por Rosely Souza Pantaleão, que se apresentou como jornalista. As investigações do órgão descobriram que ela é servidora pública em Pouso Alegre e secretária-executiva do PSDB local.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), more about ministro Marco Aurélio Mello, here reconheceu nesta sexta-feira que houve caixa dois na última eleição presidencial, em 2002, mas negou que o mesmo tenha ocorrido no pleito atual, que termina domingo.
“Em 2002, houve recursos não contabilizados, mas agora não”, disse Marco Aurélio em entrevista coletiva. Segundo ele, “as mazelas não são mais escamoteadas”. “Até mesmo doadores que doavam por debaixo do pano, e aqui eu me refiro especificamente ao caixa dois, estiveram em 2006 mais espertos, o que é muito bom em termos de avanço cultural”.
O presidente do TSE também defendeu o fim da reeleição. “O dia-a-dia tem revelado que a reeleição é implementada com a mesclagem de posições de administrador e candidato. Não fazia parte da nossa cultura republicana e creio que hoje há consenso quanto ao retorno à prática anterior, de um único mandato".
Sobre a cláusula de barreira, que entra em vigor na próxima legislatura com o objetivo de reduzir o número de partidos, ele disse acreditar que dará maior qualificação legislativa à política brasileira, com o maior rigor da legislação eleitoral e com a fusão de partidos imposta com a cláusula de barreira. “A via está aplainada para uma reforma político-partidária mais profunda em 2007, tanto quanto possível, porque em 2008 teremos eleições municipais”.
Marco Aurélio também opinou sobre os casos de corrupção. Disse que tendem a diminuir por causa das descobertas feitas e investigadas nos últimos tempos – quando, segundo ele, o número de casos cresceu.
Quanto ao processo que corre no TSE em virtude das investigações sobre o suposto dossiê com informações que comprometeriam políticos tucanos, o presidente do TSE disse que é preciso respeitar os prazos normais. “Antes de encerrado o processo, não há como caminhar-se para uma glosa [punição], ainda que indireta, sob o ângulo da prestação de contas. Até hoje não sabemos como surgiu R$ 1,7 milhão [dinheiro que seria usado para comprar o dossiê]". Marco Aurélio fará amanhã um pronunciamento em cadeia nacional, às 20h no rádio e 20h30 na televisão.