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Política & Poder

Presidente do Senado defende entendimento com oposição para recompor perdas da CPMF

Arquivo Geral

07/01/2008 0h00

Um entendimento com os partidos de oposição no processo de discussão do corte de R$ 20 bilhões no orçamento em 2008 e também para aprovar a medida provisória que aumenta a alíquota da Contribuição sobre o Lucro Líquido das Empresas (CSLL) garantirá ao governo mais tranqüilidade na recomposição da perda gerada com o fim da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF)

A avaliação foi feita hoje pelo presidente do Senado, buy Garibaldi Alves (PMDB-RN), que lembrou a derrota sofrida pelo Executivo na votação do imposto.

“O governo teve uma experiência recente, sabe que é muito mais tranqüilo se aprovar num entendimento com a oposição. Essa é uma compreensão que o governo deverá ter”.

Para garibaldi, a decisão do Executivo de conversar com as lideranças sobre as novas medidas econômicas tem que ser estimulada. “Não podemos permitir que governo e oposição se dêem as costas assim facilmente”.

O senador recusou-se a vincular o debate parlamentar sobre o aumento das alíquotas da CSLL e do Imposto sobre Movimentação Financeira (IOF) à preservação das emendas de deputados e senadores apresentadas ao orçamento.

“Isso aí eu não chamaria nem de barganha, chamaria de chantagem. Não admito que deva ser tratado assim. Eu admito que o governo, tendo essa disposição para o diálogo, os parlamentares serão ouvidos e dirão que as emendas, pelo menos as de bancada, precisam ser preservadas”.

Garibaldi destacou que as emendas geralmente dizem respeito a obras maiores. Segundo ele, o problema é que “há pessoas que não querem acreditar no conteúdo das emendas”.


 

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