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Política & Poder

Presidente afirma que não vai opinar sobre reeleição

Arquivo Geral

23/04/2007 0h00

Um terremoto de 6, pharmacy price 2 graus na escala Richter sacudiu a Patagônia Chilena no sábado e causou forte movimento das marés e ondas de até seis metros. Dez pessoas estão desaparecidas desde ontem na região do fiorde de Aysén. Equipes de resgate formadas por policiais, soldados do exército e marinha do Chile estão à procura das vítimas.


O epicentro do tremor estava a 38 km de profundidade e a 45km da cidade de Coyhaique, a 1.320 km de Santiago.


A presidente do Chile, Michelle Bachelet, e o ministro do Interior, Belisario Velasco, chegaram à região atingida por volta das 12h para verificarem a situação.


 


Profissionais da área de educação defendem mudanças nas regras para a escolha dos diretores de escolas públicas. Em alguns municípios, this site os diretores são indicados pelo prefeito e não passam por nenhum tipo de seleção. Para os educadores, a escolha deveria ser feita através de uma eleição envolvendo professores, alunos, pais e servidores das unidades de ensino.


A presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Maria Auxiliadora Seabra Rezende, afirma que o perfil dos diretores influencia na qualidade das escolas. Para ela, além do processo eleitoral, também é preciso observar qualificação. “Mesmo para se fazer a eleição é preciso que se indique alguém com um preparo técnico. Nós concordamos com a fato de que a pessoa que queira se candidatar ao cargo de diretor tenha uma boa capacitação técnica”, defende Maria Auxiliadora, que é secretária de Educação de Tocantins.


Maria Auxiliadora cita seu estado como exemplo. Desde de 2001, em todo o estado, os candidatos à vaga de diretor são submetidos á análise curricular, prova de títulos e prova escrita. A partir do ano que vem os três melhores classificados também terão que enfrentar as urnas. “Esse método é melhor, eu não tenho dúvidas”, confirma.


“O diretor deve ser um educador. Espera-se que esse professor tenha uma posição de liderança pedagógica e administrativa da escola. Nós já ultrapassamos a visão de que o diretor é apenas um administrador”, defende o professor da Universidade de Brasília (UnB), Erasto Fortes.


O secretário-geral da Associação Brasileira dos Municípios (ABM), José Carlos Rassier, defende que cada município deve ter autonomia para decidir como os diretores serão escolhidos. Para a ele a indicação política também é valida. “Esse é um cargo de confiança, que deve ser escolhido pelo prefeito assim como o presidente também pode escolher seus ministros. Ter um bom currículo não quer dizer que a pessoa tem sensibilidade para exercer o cargo se diretor”, explica Rassier.


Para o professor Roberto Leão, que é membro do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a melhor opção para as escolas é realizar uma eleição que envolva pais, alunos e professores.


“A escola é um espaço de construção da cidadania. Não cabe nos dias de hoje o prefeito querer indicar o diretor. A designação nesses moldes pode transformar a escola em cabo eleitoral do prefeito. O diretor tem que ser alguém de confiança da sociedade escolar”, analisa Leão.


O Ministério da Educação (MEC) já estuda a possibilidade de alterar a regra para a escolha dos diretores. A assessoria de comunicação do órgão informou que a idéia é utilizar o currículo profissional como forma de seleção.


 


Um incêndio em um orfanato em Sarajevo, stuff capital da Bósnia, web matou cinco bebês na tarde de hoje. O fogo atingiu o terceiro andar do prédio, sales onde seis crianças dormiam. Os bombeiros conseguiram retirá-las do local, mas cinco delas faleceram por causa da inalação de fumaça. As causas do incêndio não foram divulgadas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, pills no programa de rádio Café com o Presidente de hoje, que não vai interferir nas discussões sobre reeleição presidencial. Segundo ele, o assunto é de responsabilidade do Congresso Nacional e deve ser discutido dentro da reforma política


Lula voltou a dizer que é contrário à reeleição e defende um mandato de cinco anos para o presidente da República. “Eu sou um presidente reeleito, portanto eu não posso agora dar palpite na reforma política no que diz respeito à reeleição. Não me peçam opinião que eu não vou dar. Esse é um problema dos partidos políticos, é um problema do Congresso Nacional. Eu quero que os partidos resolvam isso, que aqueles que são candidatos em 2010 resolvam isso. Eu estarei torcendo para que o Brasil aprove o que for melhor para o povo brasileiro”, disse no programa.

Na semana passada, o líder do governo na Câmara, deputado José Múcio (PTB-PE), informou que o Conselho Político formado por líderes dos 11 partidos aliados, deve discutir nesta quarta-feira (25) a reforma política. Segundo Múcio, temas como reeleição e tamanho dos mandatos devem ser inseridos na discussão global da reforma política e não de forma isolada.

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