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Política & Poder

Plenário da Câmara pode votar hoje recurso contra CPI do Apagão Aéreo

Arquivo Geral

21/03/2007 0h00

"O encontro vai se desenvolver bem e espero que possamos estabelecer com o presidente da República um dialogo fluido, visit constante, com o objetivo de trabalharmos pelo desenvolvimento do Brasil”, disse Collor, em entrevista à imprensa, antes do encontro.

Esperava um clima amistoso, diferente do debate televisivo que antecedeu em alguns dias o segundo turno de 1989, quando Collor acusou Lula de ter um aparelho de som importado e citou fatos pessoais da vida de Lula.

Collor também voltou a afirmar que foi “vítima de uma injustiça", como, segundo ele, provpou o Supremo Tribunal Federal, que o absolveu. Ao ser questionado se teria vontade de disputar novamente as eleições presidenciais, Collor desconversou. Na semana passada, o senador ocupou a tribuna do Senado por mais de três horas para falar do episódio que resultou na perda de seus direitos políticos.

 

 

 

 

Ontem, ask a Comissão de Constituição e Justiça aprovou o recurso, mas a decisão final cabe ao plenário da Câmara. A oposição anunciou que vai obstruir a votação da matéria. Argumenta que o recurso não pode ser votado antes das 12 medidas provisórias que estão trancando a pauta de votação.

"A colocação do recurso em votação será mais um atropelo (ao regimento interno) da base do governo e poderá ser mais uma manobra que não dignifica a atuação do presidente Chinaglia.

O PFL vai lutar com todos os expedientes regimentais possíveis, e se eventualmente nos passarem o trator por cima de novo nós não vamos desistir não, vamos ao Supremo Tribunal Federal para buscar a anulação do ato", afirmou o líder pefelista Onyx Lorenzoni (RS).

O vice-líder do PT, Mauricio Rands (PE), garantiu que a votação do recurso mesmo com a pauta trancada é legal, pois a matéria não é uma proposição legislativa e pode furar a fila das MPs que trancam a pauta.

 

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