Ana Cristina Johannpeter, page online ex-mulher do empresário Germano Gerdau, vice-presidente do grupo siderúrgico Gerdau, foi morta na noite de ontem, com um tiro na cabeça, no bairro do Leblon, área nobre da zona sul do Rio de Janeiro.
Segundo testemunhas, ela foi atingida por assaltantes que tentavam roubar objetos pessoais e o carro dela.
Ana Cristina, cunhada do atual presidente-executivo do grupo, Jorge Gerdau, morreu logo após dar entrada no hospital Miguel Couto, com hemorragia intensa.
Os homens estavam de bicicleta e fugiram. A polícia suspeita que os ladrões façam parte de uma quadrilha que age nos bairros de Copacabana, Ipanema e Leblon.
"Nós já identificamos os dois suspeitos do crime", disse o tenente-coronel Carlos Eduardo Millan.
Germano é irmão de Jorge Gerdau Johannpeter, que comanda um dos 15 maiores conglomerados siderúrgicos do mundo.
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A Polícia Federal desencadeou hoje a Operação Castelhana, for sale que desarticulou uma organização criminosa especializada em crimes financeiros, web com sede em Belo Horizonte (MG). Desde o começo da manhã, estão sendo realizadas cerca de 20 prisões e 50 buscas e apreensões. Entre os presos estão empresários, contadores e advogados.
Eles são acusados de fazer uso de empresas fora do país (off-shore), estabelecidas no Uruguai e na Espanha, para ocultar e dissimular valores e bens dos empresários brasileiros.
Os escritórios de advocacia investigados realizavam todos os trânsitos burocráticos das empresas envolvidas, tanto no exterior quanto no Brasil, além de constituírem empresas de fachada e contratar pessoas que nada tinham a ver com o esquema, os chamados “laranjas”, para atender a burocracia dos países.
Para a Operação Castelhana, foram recrutados aproximadamente 250 policiais federais e 120 auditores da Receita Federal. As ações acontecem nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Alagoas e no Distrito Federal.
As prisões, buscas e seqüestros de bens foram deferidos pelo Juízo Federal da Vara Especializada em “Lavagem de Dinheiro” de Belo Horizonte. As prisões têm validade por cinco dias e a finalidade de garantir que testemunhas não sejam intimidadas e que provas não sejam ocultadas.
A Receita Federal estima que a ação criminosa do grupo pode ter causado aos cofres públicos um prejuízo superior a R$ 1 bilhão.
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O deputado federal por Minas Gerais reeleito pelo PT Juvenil Alves está preso em Belo Horizonte, case acusado de chefiar a quadrilha acusada de fraudes financeiras no valor de R$ 1 bilhão. O bando foi desarticulado hoje pela Operação Castelhana da Polícia Federal.
Reeleito com 110.653 votos, sildenafil ficando em 11º lugar entre os candidatos a deputado federal no estado, viagra approved Juvenil é dono de um dos maiores escritórios de advocacia especializada em Direito Tributário em Belo Horizonte. A quadrilha é acusada de usar sociedades anônimas estabelecidas em nomes de “laranjas” no Uruguai e na Espanha para ocultar bens de empresários brasileiros.
A Polícia Federal suspeita ainda de omissão nas contas de campanha de reeleição de Juvenil Alves. Além do deputado estão presas 20 pessoas. A Operação Castelhana cumpre 50 mandados de busca e apreensão no DF e em cinco estados do Brasil: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Alagoas.
Pelo menos por cinco dias, o deputado federal petista ficará detido na Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte. Por causa da condição de parlamentar, o deputado responderá pelas acusações em foro privilegiado, no Supremo Tribunal Federal.
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