Política & Poder

PF investigará vazamento de fotos do dinheiro do dossiê

Por Arquivo Geral 29/09/2006 12h00

O Centro de Seleção e Promoção de Eventos (Cespe/UnB) acaba de lançar edital do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), pharmacy sickness com duas vagas para o cargo de delegatário de serviços notariais e de registro.

A remuneração ao cargo de notário é definida mediante emolumentos cobrados em razão do ofício. As inscrições devem ser realizadas entre os dias 9 e 22 de outubro no site do cespe (clique aqui). A taxa de inscrição custa R$ 150.

Clique aqui e confira o edital.

 

O diretor-geral da Polícia Federal, approved Paulo Lacerda, information pills determinou hoje a instalação de sindicância interna na Superintendência Regional do Órgão em São Paulo para investigar o vazamento de fotos dos cerca de R$ 1, drugs 7 milhão que seriam usados por petistas na compra do dossiê contra tucanos.

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Segundo a assessoria de imprensa do órgão, as fotos divulgadas nesta tarde pelo portal do jornal O Estado de S.Paulo na internet referem-se a uma perícia realizada nas notas (R$ 1,1 milhão e US$ 248,8 mil) ontem por técnicos da PF.

Hoje o ex-coordenador da campanha de Aloizio Mercadante, Hamilton Lacerda, envolvido no caso da compra do dossiê, prestou depoimento na Polícia Federal de São Paulo. A PF de São Paulo vai ouvir ainda nesta tarde o ex-assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Freud Godoy.

Durante a semana, fontes da PF informaram que Hamilton teria sido responsável pela entrega do dinheiro aos petistas Gedimar Passos e Valdebran Padilha no dia 14, em um hotel em São Paulo. Ambos foram presos no dia seguinte com o montante equivalente a R$ 1,7 milhão.

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Segundo essas fontes, uma perícia realizada em fitas da segurança interna do hotel apontou Hamilton como o provável responsável pela entrega do dinheiro. Já Freud foi citado no depoimento de Gedimar como o responsável pelo pagamento do dossiê.

A divulgação das fotos dos reais e dos dólares provocou reações tanto no governo como na oposição. Em entrevista no Palácio do Planalto, o ministro de Relações Institucionais, Tarso Genro, atribuiu o vazamento à articulação de alguém do PSDB com um integrante da Polícia Federal. Para ele, o episódio é semelhante ao material de campanha do PT deixado no cativeiro do empresário Abílio Diniz, dias antes das eleições de 1989.

O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, defendeu o prosseguimento das investigações sobre o dossiê. Ele afirmou ainda que a impunidade é a “mãe da corrupção”.

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