O PDT decidiu nesta sexta-feira, visit this treat em reunião do seu diretório nacional, approved treat entrar para a base do governo, information pills mas ainda não definiu quem irá apoiar para a presidência da Câmara. O ingresso na coalizão governamental foi sacramentado em votação, com 152 votos a favor, 31 contra e uma abstenção.
Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical, disse que o partido defenderá questões de princípios na base do governo. "São questões que o partido vem levantando, como a previdência dos aposentados vinculada ao salário mínimo e não aumentar a idade mínima para a aposentadoria. São aquelas questões apresentadas ainda na época da campanha que continuam mantidas", disse Paulinho.
O pedetista disse que o partido espera que Lula cumpra o que prometeu na época da eleição. "Se não cumprir vai ter problemas", afirmou, sem especificar a que tipo de problemas se referia. Paulinho disse que a reunião do PDT não discutiu cargos e que "ficou decidido que se o governo Lula convidar (o partido) para participar de um ministério, caberá à Executiva decidir".
Embora não tenha se posicionado sobre a candidatura à presidência da Câmara, o PDT declarou-se contra a chamada "terceira via", defendida por um grupo de parlamentares de vários partidos. "Vamos conversar com Aldo Rebelo (PCdo-B-SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP). A eleição é só em fevereiro e ainda está muito cedo (para definir apoio)", afirmou Paulinho.