Francisco Dutra
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Para fortalecer a relação com os partidos da base aliada, o governador eleito Agnelo Queiroz pretende montar o grupo técnico da equipe de transição a partir de nomes indicados pelas próprias siglas. Hoje cada uma das legendas que sustentaram a candidatura do petista ao Palácio do Buriti enviará uma lista com sugestões. Os nomes apresentados não precisam ser necessariamente de filiados dos partidos.
Como coordenador da equipe de transição, caberá ao próprio governador eleito a palavra final na seleção da equipe técnica. Mas o processo também será acompanhado de perto pelo vice-governador eleito, Tadeu Filippelli (PMDB). Segundo Agnelo, este time estará dividido entre cinco e seis setores – como Saúde e Gestão Pública, por exemplo. O número total ainda não está decidido, mas estima-se que serão de 60 a 100 pessoas.
Segundo o deputado distrital reeleito Alírio Neto (PPS), o próprio Agnelo falou para os líderes partidários que pretende valorizar as siglas aliadas em seu governo, desde os primeiros passos da transição. “Essa transição, assumida por ele, terá a participação dos partidos que o levaram à vitória”, comentou o parlamentar.
Trabalho pesado
Mesma opinião tem o deputado distrital eleito e presidente do PPS-DF, Cláudio Abrantes. Para ele, a decisão de Agnelo pela composição de uma equipe técnica para a transição é fundamental para a construção de um diagnóstico preciso da atual situação da máquina pública do DF. “Isso mostra que o governo dele vai ser dessa maneira: trabalhando muito firme”, complementou.
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