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Política & Poder

Para Haddad, caso Master pode ser ‘maior fraude bancária’ do País

O ministro lembrou ainda da importância do trabalho do Banco Central

Redação Jornal de Brasília

13/01/2026 22h03

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Valter Campanato/Agência Brasil

Brasília, 13 – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou ontem que tem falado diariamente com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre o processo de liquidação do Banco Master, expressando apoio à autoridade monetária. Haddad classificou o caso do Master como, possivelmente, a “maior fraude bancária” da história do País.

“Estou absolutamente seguro com o trabalho que o Galípolo e a equipe fizeram”, disse Haddad, durante conversa com jornalistas na portaria do Ministério da Fazenda. “Eu já disse isso, é um trabalho muito robusto.”

‘CONVERGÊNCIA’

O ministro relatou também ter conversado com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, sobre o tema. Segundo Haddad, a reunião entre Galípolo, Vital e o relator no TCU da apuração sobre a liquidação do Master pelo BC, ministro Jhonatan de Jesus, na segunda-feira, parece ter levado a uma convergência.

O ministro lembrou ainda da importância do trabalho do Banco Central, citando que o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é abastecido também por recursos de bancos públicos, como o Banco do Brasil e a Caixa, além dos aportes feitos pelas instituições privadas.

Passados quase dois meses da decretação da liquidação do Master, em 18 de novembro, o FGC ainda aguarda relatório do liquidante do banco com a lista de investidores em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) da instituição elegíveis para iniciar o ressarcimentos das aplicações de até R$ 250 mil por pessoa física (CPF) da instituição.

Estadão Conteúdo

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