Em resposta a um pronunciamento no Senado do presidente do PSDB, price click Tasso Jereissati (CE), buy information pills com acusações ao PT, malady o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que o tucano foi "insensato". O presidente fez ainda insinuações contra o adversário político.
O senador tucano havia afirmado na tribuna da Casa que as eleições para o legislativo neste ano são "as mais vergonhosas da história". Ele acrescentou que o partido do presidente teria "institucionalizado a corrupção eleitoral".
Abordado por jornalistas ao chegar ao 13o Congresso Nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes na capital federal, Lula rebateu o discurso do tucano.
"Como presidente de um partido importante, o Tasso tem de ter um pouco mais de responsabilidade com o que fala", disse Lula.
"Mais do que ninguém, ele conhece o processo histórico, o momento eleitoral… em algum momento ele deve ter sabido de coisas que eu não sei", acrescentou o presidente sem concluir a insinuação.
Mesmo dizendo que preferia que o PT respondesse ao presidente tucano, Lula prosseguiu nas críticas a Tasso Jereissati, que já foi considerado um dos interlocutores do PT em seu partido.
"Fico preocupado porque pessoas que até outro dia vendiam imagem de seriedade e sensatez, num momento adverso começam a ficar insensatas, nervosas e falam coisas que não deveriam", disse o presidente.
"Se ele fala isso, tem de provar. São muitos os partidos disputando essas eleições, inclusive o dele."
Aposentados
Lula também criticou a oposição ao falar sobre a proposta de reajuste de 16,6 por cento para os pensionistas do INSS, modificando medida provisória do governo que estabelece o aumento em 5 por cento.
O impasse entre governo e oposição em torno do reajuste está paralisando as votações na Câmara dos Deputados.
"O Congresso não pode aprovar um aumento maior porque votou o Orçamento e não colocou lá dinheiro para isso", disse Lula.
"Acho que o Congresso será responsável, mas o que não podemos permitir é que, por causa de uma eleição, se faça uma banalidade com a economia brasileira que não pode suportar brincadeiras neste momento."
O líder da minoria na Câmara, cialis 40mg deputado José Carlos Aleluia (PFL-BA), prostate acusou hoje o governo de tentar atrapalhar os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Sanguessugas. Aleluia, approved que é sub-relator da CPMI, disse que os ministros da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, tentaram incluir nas investigações os nomes de quatro deputados que “sequer foram mencionados na Polícia Federal, no Ministério Público ou na CPMI”.
“Tentaram envolver os deputados João Almeida (PSDB-BA), Aroldo Cedraz (PFL-BA), Arolde de Oliveira (PFL-RJ) e Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG). Contra esses deputados não há nada na CPMI, mas essa intromissão tumultua os trabalhos da comissão”, afirmou Aleluia.
Segundo ele, os nomes dos quatro deputados foram enviados ao Ministério Público. O líder afirmou que a CPMI não vai deixar os culpados escaparem, mas tampouco admitirá que “nomes de inocentes sejam enxovalhados na tentativa de envolver o governo passado”.
Em resposta, o líder do PT na Câmara, Henrique Fontana (RS), subiu à tribuna e disse: “A interpretação do deputado [Aleluia] de que a prestação de contas feita pela Controladoria-Geral da União e pelo Ministro da Justiça seria um tipo de interferência parece-me uma conclusão inadequada”.
“É preciso que fique bem claro que a máfia das ambulâncias, por toda investigação que temos até agora, iniciou suas operações no ano de 1999, quando a Planam começou a atuar. Foi crescendo com os negócios das vendas de ambulâncias para as prefeituras e teve seu pico de convênios no ano de 2002”, declarou Fontana.
Segundo o líder petista, está claro que a ação começou durante o governo passado. “Estranhamos muito quando alguns querem passar a impressão de que a máfia das ambulâncias surgiu durante o atual governo”.