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Política & Poder

Nunes considera ‘muito difícil’ ter Marçal como rival no segundo turno

Nunes não considera que suas intenções de voto tenham subido por causa apenas do início da campanha na rádio e TV

Redação Jornal de Brasília

11/09/2024 19h41

Foto: Agência Brasil

O candidato à reeleição à Prefeitura de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), considera “muito difícil” ter um segundo turno entre ele e Pablo Marçal (PRTB). Nesta quarta-feira, 11, a nova pesquisa Quaest aponta Nunes com 24% das intenções de voto, um aumento de 5 pontos porcentuais em relação à pesquisa anterior. Marçal aparece com 23%, 4 pontos a mais, enquanto Guilherme Boulos (PSOL) registra 21%, subindo 1 ponto.

Nunes não considera que suas intenções de voto tenham subido por causa apenas do início da campanha na rádio e TV. “É demonstração do trabalho que estamos fazendo … Subimos cinco pontos, a gente está subindo e reduzindo minha rejeição. O outro candidato Marçal, também subiu, mas aumentou a rejeição”, disse durante caminhada no comércio em Perus nesta tarde, junto do governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos) .

O candidato à reeleição também comentou sobre a possibilidade de um segundo turno contra Marçal. “Acho difícil. Acho muito difícil. Se vier qualquer um dos dois Marçal ou Boulos, eu venço Isso que é importante. Se vier um, a gente vai vencer. Se vier outro, a gente vai vencer”, afirmou.

Questionado sobre a ausência de Jair Bolsonaro (PL) na campanha, Nunes desconversou e disse que o ex-presidente já tem participado ativamente de sua candidatura.

“Olha o Tarcísio aqui, o maior representante de Bolsonaro. Na questão da participação dele, já tem bastante. Ele participou de toda nossa coligação dos 12 partidos, participou da indicação do vice, participou da nossa convenção e fez vídeos de apoio. Ele tem que cuidar, evidentemente, do Brasil inteiro porque ele é o presidente de honra do PL e é uma grande liderança nacional da direita. Ele tem que cuidar de várias cidades do Brasil”, disse Nunes.

Contudo, o candidato diz acreditar que os dois estarão juntos nas próximas semanas. “No momento certo, ele vai vir. É questão de casar a agenda … Acho que ele vem, não tem uma data, mas que vai vir, ele vai vir”.

Estadão Conteúdo.

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