Francisco Dutra
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Não se trata de fumaça ou mesmo labareda. A verdade é que a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) arde numa imensa fogueira de vaidades. Prova disto é a série de tropeços e desmentidos, motivados pela pressa e pelos egos, nas investigações do crime da 113 Sul.
Com a promessa de colocar a Segurança Pública nos eixos, o governador eleito Agnelo Queiroz (PT) terá que lidar com um problema que a ameaça a credibilidade e os trabalhos de uma das polícias, até então, mais eficientes do País.
Ideias para diminuir os prejuízos da batalha de vaidades dentro da Polícia Civil têm começado a ganhar forma na equipe de transição de governo. Um raciocínio é de que o modelo investigativo estaria muito centralizado nas figuras dos delegados, sem contar que tal padrão o torna refém de um processo de tramitação extremamente burocrático.
“Não tem como um delegado resolver todos os casos. Isso é uma grande farsa. A investigação está sendo confundida com o inquérito policial. Não tem como uma pessoa resolver 200 casos ao mesmo tempo”, comentou ao Jornal de Brasília uma fonte ligada a equipe de Agnelo.
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