Sionei Ricardo Leão
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Os primeiros meses do futuro governo de Agnelo Queiroz (PT) terão o desafio de responder à expectativa da sociedade por melhora nas políticas públicas, diante de um quadro orçamentário ainda indefinido. Integrantes da equipe de transição disseram ontem que permanecem dúvidas sobre a verdadeira situação financeira do GDF.
A coordenadora do Núcleo de Finanças, Tributação e Orçamento da equipe de transição, Vanderli Costa, observou que o seu grupo aguarda por envio de dados financeiros que “estão sendo debatidos por integrantes do governo Rogério Rosso (PMDB)”. Por essas razões, disse que continuam as incertezas sobre o tamanho do rombo nos cofres do GDF.
“Não basta que tenhamos R$ 25 bilhões disponíveis para 2011 já que há tantos problemas a serem resolvidos. A cidade, por exemplo, está cheia de buracos e há várias obras inacabadas. A primeira etapa vai ser por ordem na casa”, alertou.
Segundo a coordenadora, a compreensão na equipe de transição é de que Agnelo terá o desafio de “promover uma ruptura” com a atual situação do GDF. No entanto, a promessa é não afetar a sociedade com a elevação de impostos, como o Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).
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