Um americano da cidade de Tacoma, sale cost no Estado de Washington, nos Estados Unidos, está sendo acusado de fazer sexo com o cachorro de sua família. De acordo com uma nova lei do estado, o sexo com os animais é considerado crime, pois envolve diretamente crueldade com os bichos.
Apesar das acusações e do réu ter sido fotografado pela esposa, que chamou a polícia, Michael Patrick McPhail, de 26 anos, declarou-se inocente na corte do condado de Pierce. A esposa de Michael disse que no momento em que flagrou o marido com a cadela da raça pit bull, o animal chorava e uivava muito. A cadela está sob os cuidados do estado e o acusado foi liberado ao pagar uma fiança de US$ 20 mil.
A lei de bestialidade, que proíbe o sexo com animais naquele estado americano foi efetivada no mês de junho, depois que um homem de Seatle morreu com hemorragia interna após fazer sexo com um cavalo. A bestialidade não é proibida por lei em 13 estados americanos.
Inventar desculpas para terminar uma conversa ao telefone não será mais uma tarefa difícil. Isso porque foi lançada a Excuse Box (Caixa de Desculpas), dosage uma caixa que emite sons que facilitam a criação de uma desculpa convincente para desligar o telefone.
A caixa tem dez sons diferentes, pilule que podem variar de um ruído na linha telefônica até o som de um bebê chorando. O aparelho está à venda no site thinkgeek.com por US$ 12,99.
Responsável por parte importante da votação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, visit web o programa Bolsa Família deve receber mais recursos num segundo governo Lula, and para aumentar os valores pagos, embora não haja previsão no Orçamento de 2007.
O programa transfere a 11,1 milhões de famílias uma renda média mensal de R$ 65, valor que o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, quer reajustar. O Bolsa Família atendia 3,6 milhões de famílias em 2003, com orçamento de R$ 3,6 bilhões, e custará, em 2006, R$ 8,2 bilhões.
"Além de matar a fome, o programa ajuda a dinamizar a economia interna, forma consumidores, o que deve ser mantido preservando-se o poder de compra dos atendidos", disse Patrus.
Este ano, houve um reajuste na base de entrada do programa, que atendia famílias com renda per capita menor que R$ 50/mês e até R$ 100. A base passou para R$ 60 a R$ 120/mês.
Um reajuste de benefícios nessa proporção custaria cerca de R$ 1,5 bilhão, concorrendo com gastos em infra-estrutura.
Lula ainda não decidiu como fazer o reajuste, previsto no programa do PT, nem tocou no assunto numa campanha em que adversários o acusam de criar gastos sem sustentação fiscal.
"O desafio é manter e ampliar o Bolsa Família dentro do equilíbrio fiscal, sem indexá-lo à inflação", disse Patrus, lembrando que até o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, está prometendo "manter e melhorar" o maior programa social de Lula. "Alckmin não tem credibilidade para fazer essa promessa, porque a prática do PSDB, no governo Fernando Henrique, foi terceirizar as políticas sociais, da mesma forma como privatizou as empresas públicas", criticou Patrus.
O Bolsa Família concentra 49,2% de atendimentos no Nordeste, a região mais pobre do país, onde Lula obteve 66,8% dos votos no primeiro turno. Em 345 municípios nordestinos, o programa representa 45% de toda renda disponível, segundo a economista Rosa Maria Marques (PUC-SP).
Lula perdeu para Alckmin, em 1º de outubro, em oito dos dez Estados com mais alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH, medido pela Organização das Nações Unidas) e venceu o tucano em nove dos dez Estados com menor IDH.
O líder da minoria na Câmara dos Deputados, José Carlos Aleluia (PFL-BA), acusou o governo de criar, com o cartão eletrônico do Bolsa Família, um "coronelismo digital" para ganhar votos dos pobres. "Ao contrário: a miséria sempre foi um fator de corrupção eleitoral no Brasil e nós acabamos com isso", rebateu Patrus em seu apartamento de classe média em Belo Horizonte. "Acabou o tempo em que tomavam voto do pobre em troca de prato de comida".
O Bolsa Família foi alvo de denúncias de cadastramento ilegal e de pagamento de benefícios sem cumprimento de contrapartidas (freqüência escolar e comparecimento a postos de saúde).
Patrus argumenta que os critérios de acesso são públicos, que há fiscalização do Ministério Público dos Estados e qu e 5.562 prefeituras de todos os partidos cadastram os atendidos.
"Ninguém vota no Lula ou em outro por medo de sair do programa nem com promessa de entrar; essa é a grande conquista", afirmou. "Aliás, Alckmin está mal informado quando promete transformar o Bolsa Família em lei. Nós já aprovamos no Congresso a Lei Orgânica de Segurança Alimentar".
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem dito que o Bolsa Família não passa de ampliação do Bolsa Escola e outros programas, que em 2003 consumiam R$ 2,7 bilhões.
"O Comunidade Solidária (programa de FHC) fracassou porque era um regresso ao século 19, à filantropia", afirmou Patrus. "Eles transferiram a questão dos pobres para a sociedade resolver e nós achamos que protegê-los é dever do Estado, ainda que em forte parceria com a sociedade".
Segundo Patrus, o programa investirá mais em portas de saída: agricultura, geração de renda e, nas metrópoles, projeto de formação profissional com US$ 400 milhões do BID. Ele nega que o programa seja meramente assistencialista.
"Esse preconceito reflete um pensamento perverso de parte das elites: a idéia de que os pobres são incapazes e não querem melhorar de vida", afirmou o ministro. "O que no fundo elas temem é que, a partir do patamar alcançado com o Bolsa Família, os pobres vão querer mais. E eles vão querer".
Ex-prefeito de Belo Horizonte (1993-97) e deputado mais votado de Minas Gerais (520 mil votos em 2002), Patrus Ananias, 54 anos, é um advogado trabalhista ligado fortemente à Igreja Católica.
Lula nomeou Patrus em 2004, para garantir o compromisso de que todos no país fariam três refeições ao dia. Naquela altura, as metas de combate à fome patinavam entre três estruturas concorrentes, que o ministro unificou.
"Com 11 milhões de famílias, alcançamos o universo de pobres indicado pelo IBGE em 2004, exceto alguns em locais de mais difícil acesso", calculou Patrus.
Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, a pobreza no Brasil caiu a seu menor patamar em 2005. Há 5,3% de pessoas vivendo com menos de US$ 1 por dia. Eram 35% em 1992.
Em 2005, Lula recebeu um prêmio da FAO, agência de agricultura e alimentação da Organização das Nações Unidas, por suas políticas contra fome e pobreza. O Banco Mundial escolheu o Bolsa Família como modelo para outros países da América Latina, Ásia e África.