Menu
Política & Poder

Mesmo com concessão, votação do projeto do acordo dos Estados ainda não começou

Agência Estado

10/08/2016 3h02

Apesar de o Executivo ter acenado com mais uma concessão para viabilizar a aprovação do projeto de lei de renegociação da dívida dos Estados, deputados da oposição continuam obstruindo a sessão no plenário da Câmara e retardando o início da votação da matéria. Entre as estratégias adotadas pelos parlamentares está a proposição de uma série de requerimentos, um deles para votar todos os 12 artigos da proposta separadamente.

Mais cedo, o relator da matéria, deputado Esperidião Amin (PP-SC), anunciou a retirada do inciso que restringia a concessão de reajustes a servidores estaduais. A mudança foi acertada diretamente com o presidente em exercício Michel Temer, que deu o aval.

A mudança ocorreu um dia após o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ter classificado as contrapartidas como “inegociáveis”. Com isso, a única obrigação que restou aos Estados é a limitação do crescimento das despesas à inflação. (Idiana Tomazelli e Igor Gadelha)
Fonte: Estadao Conteudo

    Você também pode gostar

    Mesmo com concessão, votação do projeto do acordo dos Estados ainda não começou

    Agência Estado

    10/08/2016 3h02

    Apesar de o Executivo ter acenado com mais uma concessão para viabilizar a aprovação do projeto de lei de renegociação da dívida dos Estados, deputados da oposição continuam obstruindo a sessão no plenário da Câmara e retardando o início da votação da matéria. Entre as estratégias adotadas pelos parlamentares está a proposição de uma série de requerimentos, um deles para votar todos os 12 artigos da proposta separadamente.

    Mais cedo, o relator da matéria, deputado Esperidião Amin (PP-SC), anunciou a retirada do inciso que restringia a concessão de reajustes a servidores estaduais. A mudança foi acertada diretamente com o presidente em exercício Michel Temer, que deu o aval.

    A mudança ocorreu um dia após o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ter classificado as contrapartidas como “inegociáveis”. Com isso, a única obrigação que restou aos Estados é a limitação do crescimento das despesas à inflação. (Idiana Tomazelli e Igor Gadelha)
    Fonte: Estadao Conteudo

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado