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Política & Poder

Marina Silva descarta concorrer ao Senado como suplente de Tebet ou Márcio França

Redação Jornal de Brasília

04/05/2026 6h56

Foto: Ministério do Meio Ambiente

Foto: Ministério do Meio Ambiente

Thaísa Oliveira
Folhapress


A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) diz que a chance de disputar as eleições para o Senado em outubro como suplente é zero, e que esse debate não é condizente com o tamanho e a qualidade da contribuição dela e da federação Rede-PSOL.

A conta lulista em São Paulo hoje ainda não fecha. Três ex-ministros de Lula (PT) são pré-candidatos às duas vagas em disputa ao Senado: Marina, Simone Tebet (PSB) e Márcio França (PSB).

“Não há qualquer discussão sobre a suplência para o Senado. Deixei o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima colocando meu nome ao debate para disputar uma das vagas ao Senado por São Paulo, por compreender a importância estratégica da reeleição do presidente Lula e pela eleição de Fernando Haddad ao governo de São Paulo”, diz Marina ao Painel.

“É um debate tranquilo e maduro, com o apoio da Federação Rede-PSOL, que entende que aportará grande contribuição política e programática em uma das vagas ao Senado na chapa. Esse debate sobre suplência não é condizente com o tamanho e a qualidade de nossa representação e contribuição”, completa.

Como mostrou o Painel, a pecuarista Teresa Vendramini (PDT), conhecida como Teka, é o plano A da campanha de Fernando de Haddad (PT) ao Governo de São Paulo para vice. Se a chapa for confirmada, restaria definir as duas vagas para o Senado.

Com a candidatura de Tebet dada como certa, a briga hoje se concentra entre Marina e França. Aliados de Haddad avaliam será difícil impedir a candidatura de França, que controla o PSB no estado. Para tentar acomodar os três ex-ministros, uma das opções seria oferecer a suplência a Marina —o que ela descarta.

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