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Política & Poder

Marina propõe plebiscito para maconha

Arquivo Geral

31/07/2010 10h46

Em campanha em Natal, a candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, dividiu as atenções dos potiguares com a Marcha pela Maconha na capital do Rio Grande do Norte. Pela manhã, Marina deu entrevistas a duas emissoras de rádio e defendeu um plebiscito para discutir a legalização da maconha. “Não podemos resolver isso (legalização da droga) sem um grande debate”, argumentou.

 

A candidata disse que respeita as opiniões do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), que são favoráveis à legalização, mas assim como na questão do casamento gay, ela é contra. No entanto, ela espera que a questão seja levada à sociedade. “Eu nunca tive nenhuma atitude de discriminação”, afirmou. Marina disse que sua candidatura conseguiu se impor no cenário eleitoral e que acabou o plebiscito entre PT e PSDB.

 

Para a candidata o desafio agora é acabar com a baixaria de acusações entre seus adversários. “Eu não estou me deixando pautar pelo jogo do vale-tudo”, garantiu. Ela voltou a criticar as acusações do vice do presidenciável José Serra, deputado Índio da Costa (DEM-RJ), que recentemente afirmou que o PT tem relação com as Forças Revolucionárias Armadas da Colômbia (Farc).

 

Marina disse que falta a Índio maturidade e quilometragem política. “O vice do Serra às vezes extrapola”, criticou. “Essa história de dizer que o PT e Dilma têm ligações com as Farc, eu discordo. Estive no PT por 30 anos e nunca tivemos nenhuma ligação com segmentos desse tipo. Eu discordo de Dilma e de Serra por outras razões, mas acho os dois pessoas de bem”, disse. 

 

 

Leia mais na edição deste sábado (31) do Jornal de Brasília.

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