A Vale do Rio Doce informou, pharmacy cheap no final desta tarde, healing decease que a maior parte dos cerca de 200 índios Xikrin que há dois dias ocupam as instalações industriais da companhia em Carajás (PA) saiu a propriedade.
De acordo com a companhia, a desocupação não foi total, mas suficiente para permitir a retomada imediata das atividades da empresa. Por causa da invasão, cerca de 500 mil toneladas de minério de ferro deixaram de ser exportadas.
Ontem, a Justiça havia determinado a reintegração de posse da área. Pela manhã, havia um impasse porque o cacique Karangré Xikrin disse que só aceitaria negociar pessoalmente com um representante da empresa. A Vale, no entanto, informou que somente a Fundação Nacional do Índio (Funai) é responsável pelo diálogo com o grupo.
Em Alagoas, onde 120 índios de quatro etnias ocupam a sede da Funai em Maceió desde terça-feira, o protesto se radicalizou. Os indígenas agora ameaçam a bloquear a BR-423, na divisa com Sergipe, no oeste do estado se não tiverem as reivindicações atendidas.
Os indígenas pedem a liberação de cestas básicas, além da renúncia do administrador regional da Funai em Maceió, José Heleno de Sousa. Participam da manifestação índios das etnias cariri-xocó, xucuru-cariri, xocó-guará e caxagos.
Com uma vantagem de vinte pontos percentuais sobre o adversário, patient faltando apenas dez dias para o segundo turno, this web o presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva adotou uma atitude cautelosa s em precedentes na campanha eleitoral. Lula alterou sua agenda na reta final, concentrou os atos públicos nos colégios eleitorais em que precisa melhorar o desempenho, reservou tempo para se preparar para debates.
Lula cancelou o comício que faria na próxima quarta-feira no Rio, onde já detém 68% das intenções de votos, de acordo com o Datafolha, e decidiu encerrar a campanha de rua em São Paulo, na zona sul da capital. “Faltam poucos dias para as eleições, e eu penso que temos condições de ganhar”, disse Lula nesta quinta-feira ao receber o apoio de reitores de universidades públicas e diretores de escolas técnicas federais.
A frase econômica, pouco habitual nos pronunciamentos do presidente-candidato, foi a única referência que Lula fez às eleições em um discurso que durou 16 minutos. “Estamos atentos a todas essas ameaças que pairam no ar”, comentou um auxiliar do presidente, que pediu para não ser identificado, referindo-se a rumores de que novas denúncias contra o governo e o PT poderiam surgir.
Lula recebeu os reitores e diretores de escolas técnicas pouco depois das 15 horas, num hotel de Brasília, e seguiu para São Paulo, onde participa, à noite, de um debate com o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, na rede SBT. Na sexta-feira, Lula vai a Divinópolis, cidade de médio porte na região oeste de Minas. À noite, faz comício em Belo Horizonte, tentando melhorar o desempenho no Estado, onde teve 50,5% dos votos no primeiro turno.
No sábado, segundo a programação divulgada pela assessoria, o candidato fará uma caminhada em Curitiba, na região da cidade conhecida como Boca Maldita. De acordo com o Datafolha, Lula ultrapassou Alckmin nas intenções de voto no Paraná, revertendo a derrota do primeiro turno por pequena margem.
Ainda no sábado, o petista vai a duas cidades da região metropolitana de Porto Alegre (Alvorada e Canoas) e, à noite, faz comício em Caxias. O Rio Grande do Sul foi um dos Estados em que Lula teve menor votação em 1º de outubro. Do Sul, Lula segue para São Paulo, no domingo, para uma caminhada no bairro Cidade Tiradentes, na zona leste da capital, antes um reduto petista.
“Estamos enfatizando regiões onde nós já tivemos um patamar que não foi atingido nestas eleições. Quando eu era prefeita, Lula ganhou do (José) Serra nessas regiões e agora ele perdeu feio”, disse Marta Suplicy, coordenadora da campanha de Lula em São Paulo, referindo-se às eleições presidenciais de 2002. Após esse evento, ele vai se concentrar para o debate com Alckmin na TV Record, marcado para a noite de segunda-feira.
Na terça-feira, Lula vai fazer uma concessão política, abrindo espaço na agenda para retribuir o apoio do senador José Sarney (PMDB-AP) e da senadora Roseana Sarney (PFL-MA), que disputa o governo do Maranhão. Ele sairá em carreata de Terezina (PI) para um comício em Timon, cidade maranhense na margem oposta do rio Parnaíba. Lula teve mais de 70% dos votos no Maranhão.
O comício de encerramento da campanha de Lula será quarta-feira em São Paulo, no bairro Capela do Socorro, um tradicional reduto petista na zona sul da cidade. Ele ainda vai cumprir agenda oficial em Brasília, na quinta-feira, segundo a assessoria, e na sexta vai ao Rio de Janeiro, concentrando-se para o debate final na TV Globo.