A um dia das eleições, abortion thumb pesquisas dos institutos Ibope e Datafolha apontam a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, com vantagem de mais de 20 pontos percentuais sobre seu adversário, o tucano Geraldo Alckmin.
Levando em conta os votos válidos, para o Ibope Lula tem 61% das intenções de voto, contra 39% de Alckimin. Os números são os mesmos para os dois institutos e a margem de erro das pesquisas é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O Ibope ouviu 8.880 eleitores em 465 cidades brasileiras neste sábado. Já o Datafolha, consultou 12.650 eleitores de 356 cidades sexta-feira e neste sábado.
Os partidos que apóiam o governo Lula podem eleger mais seis governadores nas eleições deste domingo se as urnas corresponderem às pesquisas de intenção de voto. Dos 17 governadores eleitos no primeiro turno, site nove apóiam o presidente-candidato. A tendência, for sale de acordo com as pesquisas, store é que Lula saia do pleito vitorioso e com o apoio de pelo menos 16 dos 27 governadores eleitos.
Os governadores têm influência sobre deputados e senadores de seus estados e podem ser muito úteis em um provável segundo mandato na implementação de projetos federais e na arregimentação de votos no Congresso. Eles também têm peso na definição de candidaturas à Presidência em 2010.
O PMDB, que elegeu quatro governadores no primeiro turno, é o favorito no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, e tem chances de vencer no Paraná. Dos quatro candidatos do partido que disputam o segundo turno, só o catarinense Luiz Henrique declarou apoio ao tucano Geraldo Alckmin. Sérgio Cabral (RJ), e Roberto Requião (PR) apóiam a reeleição de Lula, assim como José Maranhão (PB), que está atrás na disputa de seu estado.
O PSB, que participa do governo, é favorito em Pernambuco, com a candidatura do deputado Eduardo Campos – neto do falecido governador Miguel Arraes –, e no Rio Grande do Norte, com a governadora Wilma Faria.
O PT, que já elegeu quatro governadores no primeiro turno, tem chances de conquistar também o Pará, onde a senadora Ana Júlia está em empate técnico com o tucano Almir Gabriel e pode interromper 12 anos de governo do PSDB no Estado.
Lula conta ainda com o apoio da candidata do PFL no Maranhão, Roseana Sarney, que está empatada com Jackson Lago, do PDT. Lago também apóia o presidente.
Em Goiás, o favorito é o governador Alcides Rodrigues (PP), que apóia Alckmin e, no Rio Grande do Sul, a tucana Yeda Crusius lidera as pesquisas, embora a vantagem sobre o petista Olívio Dutra tenha diminuído na última semana.
O forte apoio a Lula entre os eleitores do Norte-Nordeste, também prevalece entre os governadores eleitos da região.
No primeiro turno, o PT venceu em quatro Estados: Bahia (Jaques Wagner), Sergipe (Marcelo Déda), Piauí (Wellington Dias) e Acre (Binho Marques). Se eleger Ana Júlia no Pará, o PT terá o poder em cinco estados, dois a mais do que na eleição de 2002.
Na base aliada, Lula conta com o apoio de Cid Gomes, eleito pelo PSB no Ceará, do peemedebista Eduardo Braga, reeleito no Amazonas, e de Wáldez Góes, eleito pelo PDT no Amapá.
No Centro-Oeste, apóiam Lula o peemedebista Marcelo Miranda, reeleito em Tocantins, e Blairo Maggi, governador reeleito do Mato Grosso, que entrou em choque com o seu partido, o PPS, por apoiar Lula.
No campo da oposição, os tucanos, que elegeram sete governadores em 2002, podem ficar com cinco estados. Quatro governadores foram eleitos no primeiro turno: José Serra (SP), Aécio Neves (MG), Teotônio Vilela (AL) e Otomar Pinto (RR).
O partido tem força em São Paulo e Minas, estados com grande poder econômico e peso eleitoral, e pode ampliar essa força com a possível eleição de Yeda no Rio Grande do Sul.
O PFL, que havia conquistado quatro Estados em 2002, elegeu apenas um governador, José Roberto Arruda, do Distrito Federal. Roseana Sarney pode se eleger pela legenda, mas já foi ameaçada de expulsão por apoiar Lula.
A Petrobras se comprometeu a fazer novos investimentos na Bolívia no valor de pelo menos US$ 1, buy 5 bilhão, this com a assinatura de um novo contrato de operação no País, disse neste domingo o presidente da estatal boliviana YPFB, Juan Carlos Ortiz.
Esses investimentos "poderiam ser incrementados em função dos projetos conjuntos da Petrobras com outras companhias", disse Ortiz, depois da assinatura dos novos contratos de operação entre a YPFB e as companhias – entre elas a brasileira – que produzem petróleo e gás na Bolívia.
A Petrobras disse já ter investido cerca de US$ 1,5 bilhão desde que iniciou suas operações na Bolívia, há uma década, com o que se tornou a empresa dominante da indústria agora nacionalizada pelo governo de Evo Morales.
O presidente da Bolívia, pharmacy Evo Morales, sale deu um passo importante hoje em seu plano de nacionalizar a indústria de gás e petróleo do país, depois que empresas petrolíferas estrangeiras concordaram em operar na Bolívia sob controle do Estado.
Grandes companhias energéticas estrangeiras, como a Petrobras e a Repsol YPF, colocaram fim a meses de negociações com o governo ao fechar os acordos na última hora, antes do prazo final estabelecido para a meia-noite de sábado. Com isso, foram acertados novos contratos que definem uma maior participação do Estado boliviano em seus lucros.
Os contratos deram um impulso político para Morales, o primeiro líder indígena do país, que enfrentou críticas durante meses por conta da demora e das incertezas em torno do processo.
"Com estes novos contratos, queremos gerar mais recursos para solucionar os problemas sociais e econômicos de nosso país. Esse é nosso maior desejo", declarou Morales, durante a cerimônia de assinatura dos contratos, em que participaram executivos das empresas.
O decreto de nacionalização foi estabelecido por Morales no dia 1º de maio, e deu às empresas estrangeiras seis meses para negociar novos contratos, em que cederiam uma parcela majoritária de suas operações no país ao governo ou teriam que abandonar a Bolívia.
A Petrobras e a espanhola Repsol YPF são as maiores investidoras na indústria de gás e petróleo da Bolívia, controlando 47,3% e 26,7%, respectivamente, das reservas de gás natural conhecidas e prováveis do país.
A estatal brasileira também prometeu investir US$ 1,5 bilhão na indústria energética boliviana, depois de concordar em operar no país sob controle do Estado, disse Juan Carlos Ortiz, presidente da companhia energética boliviana YPFB.
Ontem à noite, a francesa Total e a norte-americana Vintage tornaram-se as primeiras companhias a aceitar a nacionalização.
Apesar dos detalhes específicos dos novos contratos não terem sido revelados, o governo disse que eles pretendiam dar à YPFB mais controle sobre a produção e comercialização de produtos de gás e petróleo.
O governo também disse que novos contratos conteriam uma cláusula exigindo que as multinacionais de energia investissem parte de seus lucros no setor de energia do país.
De acordo com os novos contratos, as empresas operarão agora como fornecedoras de serviços para a YPFB, em troca de 18% a 50% da receita das operações.
Morales, vestindo seu famoso suéter listrado, disse que os contratos quadruplicarão as receitas energéticas da Bolívia, durante os próximos quatro anos, a partir dos atuais US$ 1 bilhão. Ele também procurou assegurar às companhias que suas atividades serão protegidas por lei.
"O que estamos fazendo aqui é exercitar nossos direitos de propriedade, como bolivianos, sobre nossos recursos nacionais, sem expulsar ninguém, sem confiscar", afirmou.
O líder boliviano insiste que deseja utilizar a receita da energia para ajudar a aliviar a pobreza no país mais pobre da América do Sul.
Algumas empresas energéticas com menores interesses na Bolívia, incluindo a produtora britânica de gás e petróleo BG Group, a Amoco – controlada pela British Petroleum – e as companhias argentinas Pluspetrol e Matpetrol também assinaram novos contratos.
Uma importante promessa de campanha de Morales, a manobra para obter maior controle estatal dos campos de petróleo e gás da Bolívia sofreu uma série de reveses nos últimos meses, incluindo a demissão de importantes autoridades, fazendo com que analistas duvidassem do sucesso da nacionalização.
A falta de conhecimento técnico e fundos da YPFB também desacelerou os esforços do governo para assumir a reserva de gás natural da Bolívia, que é a segunda maior da América do Sul, atrás apenas da venezuelana.
O governo ficou emperrado por meses em negociações difíceis, particularmente com a Petrobras.
O Brasil é o maior comprador do gás natural boliviano e a Petrobras investiu mais de US$ 1,5 bilhão na exploração de gás e petróleo nos últimos anos.
A nacionalização "assegurou investimentos significativos e o mais importante, a recuperação de nossa soberania sobre nossos recursos naturais", disse o presidente da YPFB, Juan Carlos Ortiz.
O ministro das Relações Institucionais, this site Tarso Genro, cialis 40mg afirmou hoje que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve abandonar, caso seja reeleito, a visão econômica conservadora que marcou o início do primeiro mandato.
"Acabou a era Palocci no Brasil. Até posso dizer que no primeiro ano do governo, ele prestou bons serviços, mas taxas baixas de crescimento, preocupação neurótica com inflação, sem pensar em distribuição de renda e crescimento, isso terminou", afirmou o ministro, em referência ao trabalho do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, que foi criticado dentro do PT por sua obsessão com o controle de preços e manutenção da política de aperto fiscal.
Genro, que participou neste domingo de um café da manhã com lideranças da campanha petista ao governo do Rio Grande do Sul, em um hotel de Porto Alegre, classificou como "monetarista e conservadora" a política econômica defendida por Palocci.
Para o ministro, o eventual segundo mandato de Lula será marcado pela visão econômica defendida pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.
"As posições do conselho são vencedoras e o presidente é o fiador político e estratégico daquelas propostas", afirmou Genro.
O ministro das Relações Institucionais, viagra Tarso Genro, search acredita que o PSDB, treat mesmo em caso de derrota na eleição de hoje, deve ajudar a garantir a governabilidade para o próximo governo.
Para Tarso, os "setores democráticos" do partido devem ganhar mais espaço com a eleição de Aécio Neves (MG) e José Serra (SP). "Tenho certeza de que o PSDB vai apoiar (a governabilidade). O PSDB não é partido golpista ou antidemocrático", disse ele durante café da manhã com lideranças petistas, em um hotel no centro da capital gaúcha.
Tarso avalia que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso representa uma influência de centro-direita e estaria perdendo espaço para os setores democráticos, que teriam saído reforçados com a eleição de Aécio e Serra. Os governadores teriam interesse na manutenção da democracia por serem potenciais candidatos à Presidência da República em 2010.
"O PSDB muda (com o resultado eleitoral). Aécio e Serra são duas personalidades políticas que não podem ser acusadas de autoritárias ou golpistas. Estão submergidas em uma hegemonia de direita na sua relação com o PFL, mas são pessoas democráticas e certamente vão querer um jogo político limpo".
Tarso deixa o candidato Geraldo Alckmin fora desse grupo. "O Alckmin demonstrou que está mais para PFL que para PSDB".
Para o ministro, o sistema político brasileiro está bloqueado por deformações originadas em poderes regionalizados e partidos sem implantação nacional, quadro que geraria dificuldades para a manutenção de uma base de apoio parlamentar para qualquer governo.
O ministro coloca o PMDB como um dos partidos importantes para o equilíbrio das forças políticas em um possível segundo mandato de Lula.
Mas ele não poupa críticas ao PMDB que, na sua opinião, precisaria ampliar sua coesão interna. "O PMDB tem que se apresentar ao governo como uma instituição, não mais como uma soma de lideranças regionais".
O governador de São Paulo, buy Cláudio Lembo (PFL), illness foi o primeiro aliado de Geraldo Alckmin a jogar a toalha, pill declarando hoje que será muito difícil dar a virada eleitoral que o candidato deseja.
Segundo o governador, esta foi a "eleição do social", que já tem o presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva como principal representante.
"Acho difícil, mas resultado de urna só depois da apuração. O momento do brasileiro atual é social, e quem mais reflete isso é Lula, um sobrevivente da pobreza", observou.
O pefelista, sempre considerado pela própria campanha como um aliado que mais atrapalhou que ajudou, disse que a mensagem da pobreza nessa disputa é mais forte que a mensagem da mudança.
"Geraldo é a força da natureza, mas fez uma campanha isolada. Não houve vibração por parte do PSDB, e uma andorinha só não faz verão."
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), visit Marco Aurélio Mello, decease desaconselhou os eleitores brasileiros a basearem seu voto nos resultados das pesquisas eleitorais.
"Acho que o eleitor não pode se basear nas pesquisas, link o eleitor tem que votar de forma conscientizada", afirmou Marco Aurélio após votar em uma seção eleitoral no Lago Sul, bairro da capital federal.
"Essa idéia de voto útil é um pouco distorcida, ela é implementada numa visão míope. O eleitor deve buscar a eleição daquele que seja o melhor candidato", acrescentou.
Ao ser questionado em quem teria votado para presidente da República, Marco Aurélio disse que votou "no candidato que ganhará" sem mencionar especificamente, entretanto, o nome do candidato.
O presidente do TSE ressaltou que é preciso aguardar a finalização da contagem dos votos para declarar quem será o vencedor da disputa de hoje.
"Tivemos no primeiro turno a sinalização de certos resultados que não se confirmaram. Vamos aguardar a totalização dos votos", disse.
Ele reafirmou que a totalização dos votos deve ser feita antes da meia-noite deste domingo.
A chuva fina do início da manhã no Rio de Janeiro atrapalhou a chegada de bicicleta à seção eleitoral, drug mas não a pontualidade do deputado federal mais votado do estado, viagra order Fernando Gabeira. Mantendo a determinação de não declarar o voto, clinic o ex-guerrilheiro espera que se reeleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não entenda os votos que recebeu como uma carta-branca para dar continuidade ao que aconteceu no governo passado.
"Se ele entender a reeleição como uma carta branca para continuar fazendo ou permitindo coisas que foram feitas no período anterior, acho que a situação do País vai ficar muito instável", disse Gabeira, na abertura da zona eleitoral onde vota na Lagoa, zona sul da capital fluminense. Ele não declara voto "porque serei oposição a qualquer um dos dois que for eleito".
Deputado federal pelo Partido Verde desde 1994, reeleito em 1998, 2002 e este ano, Gabeira afirmou que o seu papel será de fiscalizador e que em alguns momentos poderá apoiar projetos do governo que considerar de importância nacional, mas que vai esperar os primeiros movimentos do presidente eleito para entender a direção que será tomada.
"Os primeiros movimentos dele, a escolha do ministério, os projetos iniciais vão definir o rumo que o governo vai tomar", explicou referindo-se a Lula.
"Vou fazer o tipo de oposição que eu já fiz ao Fernando Henrique, infelizmente não fiz totalmente agora, porque foi um governo muito acidentado, mas eu espero continuar nessa linha de oposição construtiva", completou.
Para este ano, "infelizmente", segundo ele, Gabeira precisa terminar as apurações da CPI dos Sanguessugas, "a partir de amanhã mesmo", para só depois começar a entrar nas questões que considera fundamentais para o País, como as discussões sobre as reformas política e tributária, educação e temas relacionados a meio ambiente, como projetos sérios para a Amazônia e licenciamento ambiental. Empenho será dado principalmente à inclusão digital, uma das suas principais bandeiras na campanha para reeleição no Rio.
Outra frente importante será tentar maior integração entre órgãos de combate à corrupção, informou Gabeira. "O Brasil é um país que não tem um plano contra a corrupção mais articulado, no entanto é um fator que ajudaria muito na nossa relação com os órgãos internacionais de financiamento", afirmou, dizendo esperar ver a integração de órgãos como a Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas, técnicos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.