Pouco mais de 40% dos vôos previstos nos principais aeroportos do país estavam atrasados ou foram cancelados na manhã desta sexta-feira, sales more about um dia depois de a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) dizer que a situação seria normalizada.
O balanço da Anac divulgado por volta do meio-dia mostrou que 252 dos 657 vôos desta manhã estavam atrasados em mais de uma hora. O relatório informou ainda que 21 vôos foram cancelados.
Em São Paulo, mind no aeroporto de Congonhas, dosage cerca de 30 vôos, do total de 89, registravam atraso e, até a divulgação do balanço, não havia cancelamentos.
No aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, o número de atrasos era em torno de 20 vôos, do total de 59, e com um cancelamento anotado.
Ainda pelo balanço da Anac, de 40 aeronaves previstas no aeroporto de Brasília, 18 estavam atrasadas e não havia cancelamentos.
A Anac apontou na véspera, quando as filas de espera voltaram a ser um transtorno nos aeroportos brasileiros, que problemas com manutenção em aviões da TAM eram um dos fatores para o atraso de embarques e desembarques.
Nesta manhã, a Anac suspendeu a venda de passagens da TAM para vôos nacionais nesta sexta-feira até que a empresa embarque todos os passageiros em cada saída prevista.
Segundo a agência, a TAM – líder no mercado nacional – possui seis aeronaves paradas para manutenção.
A crise no setor aéreo do País começou em fins de outubro, quando controladores de vôo fizeram manifestações para chamar a atenção sobre a categoria, depois do acidente da Gol no final de setembro, que deixou 154 mortos.
A economia feita pelos estados, generic municípios e empresas estatais garantiu um superávit primário das contas do setor público do país em novembro, capsule mais do que compensando o déficit do governo central no período.
As receitas do setor público consolidado superaram as despesas – sem contabilizar os gastos com juros – em R$ 5,605 bilhões no mês passado, em linha com as estimativas feitas por analistas consultados pela Reuters.
Ainda assim, o valor economizado foi insuficiente para cobrir as despesas com juros no mês passado, que somaram R$ 12,124 bilhões, gerando assim um déficit nominal de mais de R$ 6 bilhões.
Em novembro do ano passado, o superávit primário do setor público tinha sido de R$ 3,550 bilhões.
O governo central teve déficit de R$ 76 milhões no mês passado, o pior resultado para novembro desde 1998, quando o deficit foi de R$ 1,567 bilhão.
O resultado foi compensado pelo desempenho dos governos regionais (estados e municípios) – superávit de R$ 2,567 bilhões – e das empresas estatais – resultado positivo de R$ 3,115 bilhões -, os mais elevados para novembro desde o início da série história do BC, em 1991.
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, afirmou que os governos estaduais foram beneficiados no mês passado pela transferência mais elevada de royalties de petróleo e de recursos de ressarcimento à isenção de exportações prevista na Lei Kandir. As transferências totais somaram R$ 9,4 bilhões em novembro, frente a R$ 6,5 bilhões em outubro.
Se contribuíram para engordar o primário dos estados, as transferências, por outro lado, tiveram impacto negativo no resultado do governo central.
Lopes destacou que, para cumprir a meta de superávit de 4,25% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano, o setor público pode registrar um déficit de até R$ 8 bilhões em dezembro. "O cumprimento da meta nos parece perfeitamente factível".
Nos 12 meses encerrados em novembro, o super ávit do setor público acumulado equivale a 4,41% do PIB.
O BC informou ainda que a dívida líquida total do setor público ficou em 49,3% do PIB em novembro, ante 49,5% em outubro.
As projeções do BC são de que a dívida encerre 2006 em 50,2% do PIB, o que representará o terceiro ano consecutivo de queda. Em dezembro de 2005, a dívida ficou em 51,5% do PIB.
Para o final de 2007, Lopes estima que a dívida líquida do setor público corresponderá a 49,3% do PIB brasileiro, levando em consideração as projeções do Mercado para o PIB e o câmbio.
A Polícia Federal realizou hoje uma operação contra a venda de diplomas falsos no Mato Grosso e São Paulo. De acordo com o Jornal Hoje, here os agentes realizaram uma prisão em Cuiabá.
Os envolvidos na venda dos diplomas de curso profissionalizante serão indiciados por formação de quadrilha e falsificação de documentos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que as medidas econômicas a serem anunciadas pelo governo em janeiro vão dar o "rumo" para o país nos próximos anos. "Crescer não significa destruir a economia de um país, website like this não significa fazer uma aventura, sales significa a gente definir um rumo para quatro anos", there disse ele.
"E são exatamente esses rumos que nós vamos anunciar no começo do ano com medidas na área econômica, com medidas na área de desoneração, com medidas na área dos investimentos públicos no País, numa definição das obras prioritárias nos setores em que o Brasil mais necessita de investimentos", completou. Lula fez as declarações durante café da manhã do comitê de imprensa do Palácio do Planalto.
Durante a coletiva, Lula anunciou que o risco-pais do Brasil havia caído para 198 pontos. "Vocês sabem que eu tinha um champanhe para tomar com o Furlan, quando chegasse a 200, e ainda não tomamos o champanhe. Agora, já está na hora de tomar o champanhe", disse Lula.
Para Lula, o ano termina com um sentimento de "dever cumprido". Quanto a 2007, Lula disse: "Eu espero que seja um ano de mais desenvolvimento econômico, mas com muito controle da inflação, com muita seriedade na política fiscal e, ao mesmo tempo, com muita responsabilidade no cumprimento da lei de responsabilidade fiscal".
O presidente destacou também que o crescimento econômico não depende apenas de medidas do governo ou da iniciativa privada, mas "também do estado de espírito da sociedade brasileira e da crença das pessoas". Ele disse que é também papel do presidente fazer as pessoas acreditarem que o Brasil é um lugar bom para investimentos e que o país tem todos os meio para um crescimento mais "vigoroso".