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Política & Poder

Lula chama oito partidos para inaugurar conselho da coalizão

Arquivo Geral

06/12/2006 0h00

O que foi anunciado como alternativa agradável para a fumaça nos pontos de ônibus em San Francisco teve um ponto final, search more about após a ordem das autoridades para remover as propagandas que exalavam um cheiro de biscoitos recém-assados.

Os outdoors com fragrância, find sick colocados em cinco paradas de ônibus na segunda-feira, eram um esforço de produtores de laticínios para despertar nos passageiros a vontade de tomar leite. A retirada dos outdoors ocorreu, entretanto, porque a empresa responsável por manter os abrigos não havia informado a agência municipal de transportes de San Francisco, disse uma porta-voz da agência.

"O que eles não fizeram foi consultar alguém da nossa agência antes de agir", afirmou a porta-voz, Maggie Lynch. "Descobrimos por meio de um repórter. Aparentemente todos sabiam, menos nós".

Segundo Maggie, a agência também recebeu muitas reclamações de passageiros de ônibus, preocupados com possíveis malefícios do aroma. O projeto saiu do forno da California Milk Processor Board (Conselho de Produtores de Leite da Califórnia), que com a campanha Got Milk? (Tem Leite?) enfeitou celebridades ao redor do mundo com um bigodinho de leite durante 13 anos.

O conselho informou em comunicado na terça-feira que os ingredientes do aroma eram óleos com sabor encontrado em diversos alimentos. A campanha utilizou adesivos com essências injetadas que foram fixados embaixo dos bancos e dentro dos abrigos de ônibus.

"É uma pena que a agência municipal de transportes tenha pedido a remoção do nosso anúncio aromatizado para ônibus", disse o conselho. "Os abrigos de ônibus Got Milk? aromatizados foram feitos para ser uma alternativa agradável às rajadas de fumaça que permeiam o ar em volta de alguns desses pontos em São Francisco", acrescentou.

As vendas e a participação de mercado dos veículos bicombustíveis registraram crescimento em novembro em relação a outubro, discount informou hoje a Anfavea, entidade que reúne os fabricantes no Brasil.

Foram comercializados no mercado local em novembro 141.578 carros flex, que podem ser abastecidos com álcool e/ou gasolina, ante 133.263 em outubro e 102.128 em novembro de 2005.

A participação deste tipo de veículo no total de vendas de veículos leves em novembro foi de 81,4%, ante 79,9% em outubro e 67,7% em novembro do ano passado, informou a Anfavea. De janeiro a novembro deste ano já foram vendidos no Brasil 1.269.227 de carros com motores flexíveis, ante 812.104 vendidos durante todo o ano passado.

Esses números levaram a participação média de mercado dos flex de janeiro a novembro para 77,6%, contra 50,2% registrados em 2005 como um todo. Foram vendidas 24.468 unidades de carros à gasolina em novembro, contra 25.953 em outubro. Em novembro do ano passado as vendas haviam sido de 39.181 unidades.

 

O papa Bento XVI descreveu a Turquia hoje como um exemplo de Estado muçulmano laico que conseguiu evitar a "degeneração fundamentalista". Em sua audiência geral de toda quarta-feira, salve o papa também manifestou a esperança de que a Turquia, more about onde ele esteve na semana passada, possa se transformar numa "ponte de amizade e cooperação fraterna entre o Ocidente e o Oriente".

Bento XVI disse que, como a Turquia tem maioria muçulmana mas é regulamentada por uma Constituição laica, ela é "emblemática" do desafio enfrentado pelos países que tentam equilibrar a expressão da religião com as necessidades da sociedade civil.

O pontífice afirmou que a Turquia é um exemplo de como um país pode "garantir que a expressão dessa fé seja livre, sem a degeneração fundamentalista, e capaz de repudiar com firmeza todas as formas de violência".

A viagem do papa parece ter convencido muitos turcos a superar as tensões causadas pelo discurso que Bento XVI fez em setembro, no qual usou uma citação que associava o islamismo à violência. O discurso enfureceu muçulmanos no mundo inteiro.

Durante a viagem, ele chamou o Islã de uma fé pacífica e hoje manifestou a esperança de que cristãos e muçulmanos trabalhem juntos "pela vida, pela paz e pela justiça". Bento XVI tornou-se o segundo papa a visitar uma mesquita. Ele rezou na Mesquita Azul, de Istambul. Durante a viagem, ele também mudou sua opinião e apoiou a entrada da Turquia na União Européia.

 

Em meio a uma disputa entre aliados pela presidência da Câmara, there o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou para a próxima terça-feira a primeira reunião do Conselho Político do governo de coalizão, web informou o ministro das Relações Institucionais, prostate Tarso Genro.

Foram convidados os presidentes de oito partidos: PMDB, PT, PSB, PDT, Partido da República (PR, ex-PL), PCdoB, PV e PRB. PP e PTB não participam do Conselho "por enquanto", segundo o ministro, mas constituem "bancadas do governo" no Congresso.

No PDT e no PV, que ainda não formalizaram apoio, existiria "ampla maioria a favor", de acordo com Genro. "Será uma reunião institucional para que o Conselho proponha sua auto-regulamentação, quais serão suas funções e o tipo de acompanhamento dos temas que ele vai adotar", disse hoje o ministro a jornalistas no Palácio do Planalto.

Segundo o ministro, embora não seja um tema previsto, a primeira reunião do Conselho Político pode discutir com Lula a sucessão na presidência da Câmara, se o tema for proposto pelos presidentes dos partidos.

O PT lançou o nome do líder do Governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (SP), à sucessão do atual presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que seria o favorito de Lula para um segundo mandato. O PSB apóia a reeleição de Aldo.

Dando início à primeira disputa interna na coalizão, antes mesmo da primeira reunião do Conselho, a bancada do PMDB na Câmara deve lançar também um candidato na tarde desta quarta-feira. O partido elegeu a maior bancada (89 deputados, contra 81 do PT).

Apesar da disputa interna em torno de uma eleição que só vai ocorrer em fevereiro, Tarso Genro disse que "não há indícios de que a coalizão esteja se dissolvendo". "O Governo não vai impor uma decisão às bancadas, das quais se espera que atuem com autonomia e responsabilidade. O governo vai trabalhar, sim, para unificar a base", concluiu o ministro.

 

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