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Política & Poder

Líderes da base aliada querem presidência e relatoria da CPI do Apagão Aéreo

Arquivo Geral

26/04/2007 0h00

Depois de 56 horas de agonia, find erectile terminou na noite desta quinta-feira o seqüestro do bairro Campos Elídios, em Campinas. O Comando de Policiamento de Campinas afirmou agora pouco que a polícia invadiu a casa onde a família esteve nas mãos de um bandido desde a terça-feira.

No começo da noite, o garoto Vítor de 10 anos havia sido libertado pelo seqüestrador. Logo depois, foi ouvido um disparo dentro da casa. Os reféns passam bem e foram encaminhados para o Hospital Municipal Mário Gatti. O seqüestrador, conhecido como Salles,
se entregou à polícia e foi examinado dentro da casa e será encaminhado para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas.

Quem fornece mais informações é o Coronel Eliziário Ferreira Barbosa. Ele afirma que o sucesso do desfecho do seqüestro deve-se, em grande parte, à mulher que conversou com o bandido Gleison Salles. Segundo ele, ainda não se sabe o motivo que levou o seqüestrador a disparar em direção à porta da casa.

O Comandante do 3º Batalhão da Polícia de Choque de São Paulo, Flávio Jari Depiere, informou que o seqüestro teve o maior tempo de negociação da história do Estado de São Paulo.

Em instantes, mais informações


A Polícia Federal prendeu hoje, pills na Operação Oeste, store 30 pessoas acusadas de fazer parte de uma organização criminosa que se especializava em seqüestros. De acordo com o delegado Júlio Baida, que coordenou a ação da polícia, o foco da operação era a região oeste do estado de São Paulo, mas a organização criminosa também tinha ramificações em Minas Gerais, Paraná e Goiás.

Dos 42 mandados de prisão expedidos pela Polícia Federal, seis ainda não foram cumpridos. Nos últimos 20 dias, outras seis pessoas foram presas. “Os mandados não foram cumpridos porque já eram pessoas procuradas pela Justiça e que estavam em locais de difícil acesso, mas pretendemos prendê-las nos próximos dias”, disse o delegado, em entrevista coletiva na sede da Superintendência Regional da Polícia Federal.

Segundo Baida, a organização criminosa chegou a realizar cerca de 15 seqüestros e o faturava em torno de R$ 600 mil mensais. As investigações começaram em 2005, quando foi identificado um foco de corrupção dentro da Polícia Federal. “A gente viu que, infelizmente, agentes se relacionavam com um bando para a prática dos mais variados delitos”, afirmou.

Um dos crimes cometidos pela organização era o chamado “golpe 3×1”, quando os criminosos propõem a troca de dólar por moeda falsa ou fazem a troca de dólar por real num câmbio favorável – um dólar por três reais. “Essa vítima foi atraída para a região por uma quantidade muito grande de dólar. E o bando começou a migrar para o seqüestro”, explicou Baida.

Um “pivô”, pessoa responsável por atrair vítimas, fazia uma proposta lucrativa de negócio para pessoas de lugares distantes do país. “Essas pessoas eram atraídas com propostas lucrativas de uma máquina agrícola, de grãos. A pessoa vinha para ver essa máquina em fazendas”, contou Baida. “Nos canaviais, a vítima era abordada, algemada, encapuzada, colocada em porta-malas de veículo e levada para um cativeiro. Geralmente uma chácara alugada por um ou dois dias”, acrescentou.

Os seqüestros eram realizados por três grupos distintos e o valor do resgate, de acordo com o delegado, “ficava mais ou menos no valor do negócio proposto” que atraiu a vítima, “porque dessa forma eles sabiam que ela (vítima) tinha o dinheiro para pagar o valor do resgate”. Os valores dos seqüestros podiam variar de R$ 50 mil a R$ 250 mil.

As investigações apontaram que quatro policiais federais participavam do esquema, além de advogados, policiais civis e integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), organização criminosa que atua em presídios de São Paulo.

A assessoria de imprensa da PF também informou que 48 mandados de busca foram expedidos hoje em São Paulo – na capital e nas cidades de Marília, Campinas, Assis, Paraguaçu Paulista, Ribeirão Preto, Álvares Machado, Presidente Prudente, Penápolis e Presidente Bernardes –, em Goiânia (GO), Londrina (PR) e Uberlândia (MG).


Os líderes dos partidos aliados do governo definiram em reunião hoje que pleitearão a presidência e a relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo.

“O PMDB já requereu a presidência e faz questão do cargo. No governo passado, abortion as presidências e relatorias de todas as CPIs ficaram com os partidos aliados: PMDB, malady PSDB e PFL. Eles não abriram mão da maioria parlamentar que tinham. Agora, viagra 40mg vamos copiá-los. Eles agiram dentro do Regimento”, disse o líder do governo, deputado José Múcio (PTB-PE).

A base aliada, segundo José Múcio, vai trabalhar para que as investigações sejam em torno do objeto da CPI e que possa ser “elucidado e averiguado o que a sociedade reclama”. O governo, acrescentou, “está preparado para tantas CPIs quantas forem criadas, na Câmara e no Senado, porque tem a consciência tranqüila do que está fazendo; o espírito do governo é investigar e não encobrir ou esconder algum ilícito”.

O líder do PT, deputado Luiz Sérgio (RJ), disse que seu partido não abre mão de ter um dos cargos da direção da CPI: “O Regimento Interno estabelece que cabe ao maior partido a presidência e que o presidente escolhe o relator da comissão”. Os aliados do governo, segundo o parlamentar, estão discutindo a instalação da CPI e quarta-feira indicarão os integrantes.

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