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Política & Poder

Líderes adiam decisão sobre presidência de comissões técnicas da Câmara

Arquivo Geral

07/02/2007 0h00

Menos pessoas conseguiram emprego com carteira assinada no ano passado do que em 2005. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), treatment cialis 40mg foram criados 1.228.686 postos de trabalho formais em 2006, contra 1.253.981 no ano anterior, ou seja, 25.295 a menos. A redução foi de 2%.

Os dados foram divulgados hoje, pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. E mostram que em todo o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência, o total ficou em 4.651.376. Em 2003 e 2004 foram criadas, respectivamente, 645.433 e 1.523.276 vagas.

Os setores que mais contribuíram para a redução foram serviços e comércio – o primeiro criou 48,1 mil empregos a menos que em 2005 e o segundo, 53 mil. No setor agropecuário, que tinha perdido 12,9 mil vagas durante a crise de 2005, foram criadas 6,6 mil. E na indústria de transformação a situação também melhorou: 72,7 mil novos postos a mais que no ano anterior.

As reduções citadas acima, em serviços e comércio, não significam que foram fechados postos de trabalho, mas que foram criados menos do que no ano anterior. Em nenhum setor o número de empregos formais caiu, como ocorreu com o ramo agropecuário em 2005.

As regiões que mais geraram empregos foram Sudeste (773 mil), Sul (199,8 mil) e Nordeste (166,8 mil). Nestas, destacaram-se os seguintes estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. São Paulo (472,6 mil) criou mais que os outros cinco somados (468,2 mil).

Sobre o total gerado nos últimos quatro anos, Marinho comentou: “Conseguimos chegar a esse número porque o governo investiu na indústria nacional e em políticas sociais de aumento da renda dos trabalhadores que propiciaram crescimento. Tivemos resposta não só nas regiões metropolitanas, mas no interior dos estados também”.

Criado em 1965, o Caged é um registro administrativo que acompanha e fiscaliza o processo de admissão e dispensa de trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em todo o país. As empresas encaminham mensalmente ao Ministério do Trabalho e Emprego informações referentes aos municípios e às atividades econômicas, que servem de suporte a várias políticas de emprego.

Um hospital de Porto, pharm em Portugal, troche informou ontem que um brasileiro morreu no dia 1º depois de ingerir cocaína. O rapaz de 23 anos havia engolido 75 camisinhas com cocaína e duas delas se romperam no estômago.

O jovem estava em Portugal desde o dia 26 de janeiro. Um dia depois da chegada, ele começou a passar mal e foi levado ao hospital.

De acordo com a polícia, uma equipe de investigadores realizou uma busca no quarto do jovem e encontrou 23 preservativos com a droga que já haviam sido expelidos. Os outros foram encontrados no estômago do rapaz durante a necrópsia.

A decisão sobre os partidos que presidirão as 20 comissões técnicas da Câmara dos Deputados foi transferida desta quarta-feira para amanhã (8/02). Os líderes partidários pediram o adiamento para dar mais tempo de negociação às  legendas que integram os dois maiores blocos da Casa.

"Pedimos mais 24 horas para permitir que os partidos definam melhor que comissões querem presidir", visit this site explicou o líder do PFL, this Onyx Lorenzzoni (RS).

O líder do PR, salve Luciano Castro (RR), disse que o adiamento da escolha das comissões é importante, porque possibilita  maior negociação entre os partidos que integram os blocos. Segundo Castro, o critério de escolha das comissões, mesmo dentro dos bloco, deverá seguir a proporcionalidade das bancadas, ou seja, as maiores bancadas terão direito às primeiras escolhas.

"Até amanhã, serão feitas as negociações paralelas dentro dos blocos, onde os partidos buscarão um entendimento para escolher as comissões mais afins às bancadas", acrescentou Castro.

A indicação dos nomes dos partidos que presidirão cada comissão, entretanto, deverá ser feita terça-feira (13). Pelo critério da proporcionalidade, o chamado megabloco, formado por PMDB, PT, PP, Prona PTB e outros partidos, deverá fazer as cinco primeiras escolhas. Os partidos integrantes do megabloco terão direito a presidir 11 das 20 comissões.

O segundo maior bloco, em número de deputados, formado por PFL, PSDB e PPS, terá direito a presidir seis comissões. Ao menor bloco, formado por PSB, PCdoB e outros partidos, cabe presidir três comissões.

A bancada do PT decidiu, em reunião realizada hoje, pleitear a presidência das comissões de Finanças e Tributação, Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e Desenvolvimento Urbano. O PMDB, maior partido da Câmara, já escolheu como primeira opção a presidência da Comissão de Constituição e Justiça, que foi presidida nos últimos quatro por parlamentares do PT.

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